domingo, 11, janeiro 2026
Click News
  • Home
  • Geral
  • Cidades
  • Economia
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Mundo
  • Esporte
  • Artigos
  • Polícia
  • Saúde
No Result
View All Result
  • Home
  • Geral
  • Cidades
  • Economia
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Mundo
  • Esporte
  • Artigos
  • Polícia
  • Saúde
No Result
View All Result
Click News
No Result
View All Result
Casa Justiça

STF reage à ofensiva do TCU e vê extrapolação de poder em questionamento à liquidação do banco Master

Jeverson by Jeverson
7 de janeiro de 2026
in Justiça
0
STF reage à ofensiva do TCU e vê extrapolação de poder em questionamento à liquidação do banco Master

Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União, durante sessão da Corte de Contas em Brasília — Foto: TCU

Share on FacebookShare on Twitter

Ministros da Corte avaliam que atuação do Tribunal de Contas invade a autonomia do Banco Central e admitem mandado de segurança para preservar decisão da autoridade monetária

A investida do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus contra a decisão do Banco Central de liquidar o banco Master provocou forte reação nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF). Ministros de diferentes correntes da Corte, ouvidos reservadamente, classificaram a iniciativa como excessiva e fora das atribuições legais do órgão de controle.

Para esses magistrados, o TCU estaria avançando sobre uma área que cabe exclusivamente ao Banco Central, cuja autonomia foi reconhecida pelo próprio STF. Caso a Corte de Contas venha a tentar reverter a liquidação, o entendimento predominante no Supremo é de que caberia a impetração de um mandado de segurança para restabelecer a decisão da autoridade monetária.

Questionamento à atuação do TCU

A controvérsia ganhou força após decisão de Jhonatan de Jesus, que determinou, em caráter de “máxima urgência”, a realização de uma inspeção técnica no processo que levou o Banco Central a decretar a liquidação do Master. A medida foi tomada mesmo após a autarquia apontar indícios de falsificação em contratos que fundamentaram o repasse de R$ 12,2 bilhões do Banco de Brasília (BRB) à instituição financeira.

Em despacho de cinco páginas, o ministro do TCU afirmou não ser apropriado “antecipar juízo conclusivo” sobre o cumprimento dos critérios legais pelo Banco Central, mas deixou aberta a possibilidade de revisão da liquidação em momento posterior. Nos bastidores do STF, essa sinalização foi interpretada como uma brecha para anular o processo, o que poderia abrir espaço para disputas judiciais bilionárias por indenização.

Reação no Supremo

Um dos ministros do STF, sob reserva, afirmou que o Tribunal de Contas não possui competência para interferir em decisões dessa natureza. Segundo ele, caso o TCU insista em derrubar a liquidação, a reação judicial seria inevitável. Outro magistrado classificou a iniciativa como um “absurdo” e alertou para os riscos institucionais de uma eventual confrontação direta com o Banco Central.

Na avaliação desses integrantes da Corte, a insistência do TCU em avançar sobre o tema pode resultar em um desgaste significativo da imagem do órgão, especialmente se houver a percepção de que estaria oferecendo respaldo indireto a irregularidades financeiras.

Autonomia do Banco Central em jogo

O debate remete a um precedente central para o tema. Em agosto de 2021, o plenário do STF confirmou, por ampla maioria, a constitucionalidade da lei que garantiu autonomia formal ao Banco Central, incluindo mandatos fixos para seu presidente e diretores. A decisão consolidou o entendimento de que a autoridade monetária deve atuar com independência técnica, livre de interferências externas.

Para ministros do Supremo, qualquer tentativa de esvaziar esse arranjo institucional tende a enfrentar resistência no Judiciário, sobretudo quando parte de um órgão cuja função é fiscalizatória, e não regulatória.

Mandado de segurança como caminho

Um terceiro ministro ouvido avalia que a eventual judicialização do caso não seria um movimento atípico. Ele lembra que outros órgãos da administração pública, como a Receita Federal, recorrem com frequência ao mandado de segurança para suspender decisões do TCU consideradas abusivas ou ilegais.

Na leitura do STF, caso o Tribunal de Contas ultrapasse os limites de sua atuação e interfira diretamente na decisão do Banco Central, o instrumento jurídico seria um meio legítimo para preservar a autonomia da autoridade monetária e conter o que ministros descrevem como um avanço indevido sobre competências alheias.

Tags: Banco CentralBanco MasterJhonatan de JesusJustiçaSTFTribunal de Contas da União (TCU)
Previous Post

Michelle Bolsonaro afirma que saúde de Jair Bolsonaro depende da PGR

Next Post

PREFEITURA DE GOIÂNIA INTENSIFICA AÇÕES PARA CONTER ALAGAMENTOS

Jeverson

Jeverson

Next Post
PREFEITURA DE GOIÂNIA INTENSIFICA AÇÕES PARA CONTER ALAGAMENTOS

PREFEITURA DE GOIÂNIA INTENSIFICA AÇÕES PARA CONTER ALAGAMENTOS

Estados Unidos x Venezuela: o espelho do Brasil polarizado – Por Christiany Fonseca *

Estados Unidos x Venezuela: o espelho do Brasil polarizado - Por Christiany Fonseca *

QUANTAS FLEXÕES VOCÊ CONSEGUE FAZER? CONFIRA A META RECOMENDADA PARA CADA IDADE

QUANTAS FLEXÕES VOCÊ CONSEGUE FAZER? CONFIRA A META RECOMENDADA PARA CADA IDADE

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Invalid slider ID or alias.

Recommended Reading

    TOP REVIEW

    Click News

    © 2025 ClickNews V3.0 - Desenvolvido e editado por Agência Hoover.

    Navegue em nosso Site

    • Home
    • Geral
    • Cidades
    • Economia
    • Política
    • Justiça
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Artigos
    • Polícia
    • Saúde

    Siga a Gente nas redes sociais!

    No Result
    View All Result
    • Home
    • Geral
    • Cidades
    • Economia
    • Política
    • Justiça
    • Brasil
    • Mundo
    • Esporte
    • Artigos
    • Polícia
    • Saúde

    © 2025 ClickNews V3.0 - Desenvolvido e editado por Agência Hoover.

    Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados.