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Casa Saúde

O inimigo silencioso: Por que a privação de sono pode superar o tabagismo em riscos cardíacos

João by João
22 de janeiro de 2026
in Saúde
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O inimigo silencioso: Por que a privação de sono pode superar o tabagismo em riscos cardíacos

Divulgação/IA

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Especialistas alertam que dormir menos de cinco horas por noite acelera o envelhecimento biológico do coração e compromete a saúde arterial tanto quanto o hábito de fumar

Embora o tabagismo seja historicamente consolidado como um dos principais vilões da longevidade, a medicina moderna volta seus holofotes para um hábito cotidiano muitas vezes negligenciado: a má qualidade do descanso noturno. Estudos recentes indicam que a privação crônica de sono pode ser tão — ou mais — prejudicial à saúde cardiovascular do que o cigarro, atuando como um catalisador do envelhecimento biológico do coração e elevando drasticamente a incidência de patologias graves.

O impacto fisiológico da ausência de descanso

A insuficiência de repouso não gera apenas fadiga; ela desencadeia uma cascata de reações bioquímicas que fragilizam o sistema circulatório. A médica psiquiatra Beverly J. Fang destaca que a vulnerabilidade é acentuada em janelas de descanso muito curtas. Segundo a especialista, “O risco é ainda maior quando o tempo de sono é inferior a cinco horas por noite. Alguns estudos indicam que essa relação pode ser especialmente acentuada entre as mulheres”.

A explicação reside na ativação exacerbada do sistema nervoso simpático, responsável pela resposta de “luta ou fuga”. Sob privação, o corpo mantém níveis elevados de cortisol e uma frequência cardíaca persistente, o que culmina na hipertensão arterial sistêmica. O cardiologista Jack Wolfson detalha o dano vascular direto: “Os vasos sanguíneos perdem a capacidade de produzir óxido nítrico, o que dificulta o relaxamento das artérias. Com o tempo, dormir mal e por poucas horas aumenta significativamente o risco de infarto e insuficiência cardíaca”.

Desregulação sistêmica e envelhecimento precoce

Diferente de toxinas externas, a falta de sono corrompe a regulação interna do organismo. A quebra do ritmo circadiano — o relógio biológico — impede que o coração recupere sua homeostase, favorecendo estados inflamatórios permanentes. De acordo com o consenso entre especialistas, “Fumar é uma toxina cardiovascular poderosa, mas a privação crônica de sono provoca uma desregulação sistêmica em todo o organismo. Dormir mal leva à ativação constante do sistema nervoso simpático, inflamação crônica, desequilíbrios hormonais, disfunção metabólica e envelhecimento biológico acelerado”.

Diretrizes para a higiene do sono e preservação cardíaca

Para mitigar esses riscos, a medicina do sono recomenda a adoção de uma etiqueta noturna rigorosa, visando a redução de estímulos que mantêm o cérebro em estado de alerta.

Condutas a serem evitadas antes do repouso:

  1. Conflitos e Estresse: Iniciar discussões complexas ou conversas emocionalmente densas nas duas horas que antecedem o sono dificulta o relaxamento mental.
  2. Luminosidade Artificial: A exposição a luzes intensas inibe a produção de melatonina. Recomenda-se reduzir a iluminação ambiente três horas antes de deitar.
  3. Tecnologia e Telas: O uso de smartphones e televisores atua como um estimulante cognitivo, atrasando o início do ciclo de descanso.
  4. Alimentação Tardia: Ingerir alimentos imediatamente antes de deitar pode sobrecarregar o sistema digestivo e causar refluxo, fragmentando o sono.
  5. Ausência de Ritual: A falta de uma rotina de relaxamento impede que o corpo sinalize a diminuição da frequência cardíaca necessária para o sono profundo.

Tags: Higiene do SonoInfartoPrivação de SonoRitmo CircadianoSaúde cardiovascular
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