Ranking de portal internacional exalta referências históricas do modelo nacional e confere liderança à seleção de Gana
Avaliação do modelo brasileiro e referências estéticas
A indumentária oficial que a Seleção Brasileira de futebol utilizará na Copa do Mundo de 2026 recebeu destaque no cenário da imprensa internacional especializada. De acordo com um levantamento de preferências estéticas publicado pelo portal de notícias norte-americano The Athletic, o novo modelo confeccionado pela fornecedora de material esportivo Nike foi condecorado com a segunda colocação no ranking global de uniformes do torneio. Na listagem estruturada pelo veículo de comunicação, a vestimenta canarinho acabou superada apenas pelo traje principal desenvolvido para a seleção nacional de Gana.

A análise técnica da indumentária brasileira ressaltou o equilíbrio alcançado no desenho contemporâneo e o resgate de traços geométricos e visuais que marcaram época na história do futebol brasileiro. O jornalista Nick Miller, responsável pela crítica da publicação, validou a nova roupagem ao registrar que a camisa é “Muito, muito boa. É quase impossível estragar a camisa do Brasil (…) este é um tremendo retorno”. Em seus argumentos técnicos, o analista traçou um paralelo estético direto entre o modelo atual e os uniformes emblemáticos envergados pelos atletas nacionais na Copa do Mundo de 1986, bem como a vestimenta utilizada na campanha vitoriosa da Copa América de 2004.
Inspirações culturais da liderança e classificação das demais seleções
A primeira colocação atribuída ao uniforme de Gana justificou-se pela profunda carga cultural e folclórica agregada à confecção da peça esportiva. A estampa do manto africano buscou inspiração direta no kente, um tipo de tecido sagrado e tradicional profundamente enraizado na tecelagem daquela nação. O comitê de avaliação do portal ressaltou que os grafismos do padrão têxtil fazem alusão direta à aranha Anansi, uma das figuras mitológicas mais célebres presentes no folclore e na tradição oral ganesa.
O ordenamento das demais posições da tabela de design internacional apresentou as seguintes colocações:
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Bloco de Elite: O grupo das dez primeiras posições foi preenchido, de forma respectiva, pelas seleções da Inglaterra, Alemanha, Marrocos, Arábia Saudita, Espanha, Austrália, Bélgica e Cabo Verde.
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Perímetro Intermediário: A atual campeã mundial, Argentina, figurou em um patamar modesto, ocupando a 13ª colocação do ranking, sendo posicionada abaixo de concorrentes diretas como a Colômbia e a Escócia.
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Lanterna do Ranking: A seleção da Croácia foi relegada ao último posto da lista de avaliações após promover alterações drásticas em seu padrão quadriculado histórico, o que, segundo a publicação, descaracterizou a identidade visual que consagrou o uniforme no planeta.




