De acordo com informações da Polícia Civil, a vítima foi hospitalizada após ingerir uma substância tóxica
No domingo, 31 de maio de 2026, um homem foi preso pela Polícia Civil no bairro Paraído, em Conceição de Macabu, no Norte Fluminense, sob acusação de ter tentado matar a própria companheira em duas ocasiões distintas, utilizando veneno de rato — popularmente conhecido como ‘chumbinho’.
As ocorrências teriam ocorrido em outubro de 2025, quando a vítima, que não teve sua identidade revelada, foi internada após ingerir um medicamento de uso contínuo contaminado com o veneno. A denúncia partiu da filha do casal, que relatou à polícia ter tomado conhecimento do plano pelo próprio pai. Contudo, as investigações revelaram que a jovem não apenas esteve ciente do crime, como também atuou como cúmplice em sua execução.
Participação da filha no esquema criminoso
Durante os procedimentos investigativos, os agentes identificaram inconsistências no depoimento da filha do casal. Segundo apurações, ela não apenas sabia antecipadamente das tentativas de envenenamento, como também participou ativamente em etapas cruciais do plano. Os detalhes sobre seu grau de envolvimento ainda estão sendo apurados, mas as evidências sugerem uma participação direta na manipulação do medicamento usado pela vítima.
Motivação financeira como pano de fundo
As investigações preliminares indicam que o crime teria sido motivado por interesses financeiros. Embora ainda não tenham sido divulgados valores ou bens envolvidos, fontes próximas ao caso sugerem que a relação entre o agressor e a vítima apresentava conflitos relacionados a recursos materiais. A polícia não descarta a possibilidade de que a filha também pudesse ter sido influenciada por ganhos indiretos oriundos do esquema.
Desdobramentos e próximos passos
A prisão preventiva do acusado foi decretada após a constatação de indícios suficientes de participação nos crimes. A Polícia Civil informou que continuará apurando o grau de envolvimento da filha, bem como a motivação exata por trás das ações. A vítima segue em acompanhamento médico e psicológico, enquanto o Ministério Público avalia a possibilidade de oferecer denúncia contra ambos os envolvidos.




