Museus, bibliotecas, Orquestra Sinfônica, Centro Livre de Artes e Goiânia Ouro consolidam rede cultural da capital
“Investimos na recuperação física, na ampliação das programações e na valorização dos profissionais da cultura para que a população receba da Prefeitura o melhor que podemos oferecer. Os números de 2025 mostram que a população está ocupando e reconhecendo esses espaços culturais. Fico muito feliz em ver a participação do público, seja em shows, concertos, aulas de artes e exposições culturais. Cultura é cidadania e seguiremos ampliando esse trabalho”, afirmou o prefeito Sandro Mabel.
Cultura como prioridade da gestão
A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), encerrou 2025 com um amplo conjunto de iniciativas voltadas à formação artística, acesso à leitura, preservação da memória e democratização dos espaços públicos. Somados, museus, bibliotecas, a Orquestra Sinfônica de Goiânia, o Centro Livre de Artes (CLA) e o Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro contabilizaram mais de 120 mil atendimentos gratuitos ao longo do ano.
O prefeito Sandro Mabel destacou o compromisso da administração com o fortalecimento da rede cultural. “Investimos na recuperação física, na ampliação das programações e na valorização dos profissionais da cultura para que a população receba da Prefeitura o melhor que podemos oferecer. Os números de 2025 mostram que a população está ocupando e reconhecendo esses espaços culturais. Fico muito feliz em ver a participação do público, seja em shows, concertos, aulas de artes e exposições culturais. Cultura é cidadania e seguiremos ampliando esse trabalho”, afirmou.
Compromisso permanente com a população
O secretário municipal de Cultura, Uugton Batista, ressaltou que a atuação dos equipamentos culturais da capital vai além dos grandes eventos. “Nosso trabalho não acontece apenas nos grandes eventos e com shows musicais. Todos os dias, de forma contínua, a Secult mantém portas abertas para formação, estudo, pesquisa, música, artes visuais, teatro, cinema e memória. São serviços gratuitos e essenciais para a construção de uma cidade mais humana, criativa e educadora. Nossa Orquestra, por exemplo, teve no ano quantidade recorde de concertos realizados. Foram mais de 80, com um público de mais de 30 mil pessoas assistindo”, celebrou.
Museus atraem 39 mil visitantes
O Museu de Arte de Goiânia (MAG), localizado no Bosque dos Buritis, recebeu 22 mil visitantes em 2025, com sete exposições, visitas guiadas e o início de sua revitalização financiada pela Lei Aldir Blanc. Já o Museu Frei Confaloni, instalado na antiga Estação Ferroviária, contabilizou 17 mil visitantes, consolidando-se como espaço de turismo e educação patrimonial.
Bibliotecas ampliam acesso à leitura
A Biblioteca Cora Coralina recebeu cerca de 6 mil usuários, enquanto a Biblioteca Marieta Telles Machado registrou 3 mil atendimentos, totalizando 9 mil visitantes. Ambas oferecem acesso gratuito ao acervo, suporte a pesquisas, empréstimos e doação de livros.
Orquestra Sinfônica em destaque
Com apresentações em teatros, praças, igrejas e parques, a Orquestra Sinfônica de Goiânia realizou mais de 80 concertos, alcançando 33 mil espectadores. A Rede Municipal de Núcleos Musicais também foi fortalecida, atendendo 100 alunos gratuitamente, incluindo turma inclusiva para estudantes com Síndrome de Down.
CLA celebra 50 anos e forma 1.400 alunos
O Centro Livre de Artes manteve seu papel de referência em formação artística gratuita, com 1.400 alunos matriculados em cursos e oficinas de música, dança, teatro e artes visuais. Em 2025, celebrou seus 50 anos com sete apresentações de alunos e professores e três edições do projeto Arte no Bosque, que reuniu público de 2 mil pessoas.
Goiânia Ouro promove 127 ações culturais
O Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro realizou 127 atividades ao longo do ano, incluindo mostras de cinema, espetáculos, eventos literários e apresentações diversas, reunindo 10 mil espectadores.
Cultura como cidadania
Os números de 2025 evidenciam a consolidação da política cultural de Goiânia, que alia preservação da memória, incentivo à formação artística e democratização dos espaços públicos. A capital encerra o ano com resultados expressivos e a promessa de ampliar ainda mais o acesso gratuito à cultura nos próximos anos.




