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Casa Política

Entre a anistia e o impeachment: protesto revela duas direitas dentro do bolsonarismo

Jeverson by Jeverson
17 de fevereiro de 2026
in Política
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Entre a anistia e o impeachment: protesto revela duas direitas dentro do bolsonarismo

Cobrança pública por ‘coerência’ aprofunda divergências entre lideranças da direita. © Getty Images

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Entre a anistia, o STF e 2026: as múltiplas narrativas que moldam a nova fase da direita bolsonarista

A convocação do protesto marcado para 1º de março — que evidenciou o atrito entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e setores do bolsonarismo contrários ao “Fora, Toffoli” — tornou-se mais do que um episódio pontual. O embate revela as diferentes camadas de estratégia, comunicação e disputa por liderança que hoje definem o comportamento da direita ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A política orientada por causas prioritárias

Uma das marcas do bolsonarismo atual é a tentativa de hierarquizar pautas. Parte do grupo defende que a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e a reversão das decisões judiciais que atingem Bolsonaro devem concentrar a mobilização popular e o capital político. Nesse cálculo, ampliar o foco para o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal diluiria a mensagem central e poderia produzir efeitos institucionais indesejados, sobretudo às vésperas do ciclo eleitoral.

Essa lógica traduz uma mudança de postura: se em momentos anteriores o enfrentamento direto ao STF era o eixo principal da retórica, agora há uma ala que privilegia objetivos considerados mais tangíveis no curto prazo.

O fator eleitoral e o cálculo institucional

A proximidade de 2026 introduziu uma variável decisiva. Lideranças avaliam que movimentos radicais no Congresso — como um processo de impeachment de ministro do Supremo — poderiam abrir espaço para novas indicações presidenciais à Corte, fortalecendo o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no plano institucional.

O debate interno, portanto, não é apenas ideológico, mas também aritmético: envolve correlação de forças no Senado, sucessão presidencial e o reposicionamento da direita em alianças com partidos do centrão.

Disputa por protagonismo e renovação de lideranças

A ascensão de nomes como Nikolas Ferreira simboliza a transição geracional dentro do bolsonarismo. Jovens parlamentares com forte presença digital ampliaram a capacidade de mobilização do campo conservador, mas também passaram a disputar espaço com figuras historicamente ligadas ao ex-presidente.

Esse movimento produz tensões recorrentes. Críticas sobre supostos projetos pessoais, respostas públicas nas redes sociais e a tentativa de enquadrar narrativas revelam um ambiente em que liderança e lealdade são permanentemente testadas.

A centralidade da comunicação digital

O bolsonarismo mantém nas plataformas digitais seu principal instrumento de articulação. A mobilização para atos de rua, a definição de prioridades e até os conflitos internos se dão em tempo real, diante de milhões de seguidores.

Nesse ecossistema, engajamento, alcance e viralização se tornaram ativos políticos. Não por acaso, acusações de busca por “hype” ou de abandono de determinadas bandeiras aparecem com frequência — sinal de que a batalha por narrativa é tão relevante quanto a disputa institucional.

A família Bolsonaro como eixo — e como variável

Mesmo fora do Planalto, Jair Bolsonaro segue como referência simbólica e eleitoral. O apoio ou a crítica de seus filhos a determinados atores redefine equilíbrios internos. Ao mesmo tempo, manifestações públicas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em favor de novos quadros indicam que o núcleo familiar também opera com diferentes estratégias de construção de liderança.

Essa dinâmica mostra que o bolsonarismo permanece personalista, mas já não é monolítico.

Rua como demonstração de força

As manifestações continuam sendo um termômetro de influência política. Mais do que pressionar instituições, os atos funcionam como demonstração de vitalidade do movimento, mecanismo de coesão da base e plataforma para projetar nomes para disputas futuras.

A divergência sobre a pauta do protesto de março reflete justamente a compreensão de que a rua não é apenas espaço de contestação, mas também de construção de narrativa eleitoral.

O bolsonarismo entre a resistência e a reorganização

No estágio atual, a direita bolsonarista oscila entre duas estratégias: a resistência, baseada na denúncia de perseguição política e judicial, e a reorganização, que passa pela formação de alianças mais amplas e pela definição de um projeto competitivo para 2026.

O conflito em torno do “Fora, Toffoli” sintetiza esse dilema. De um lado, a manutenção do discurso de confronto direto com o Supremo; de outro, a tentativa de concentrar energia em pautas capazes de unificar a base e produzir resultados concretos.

Um movimento em transição

O episódio revela que o bolsonarismo vive uma fase de reconfiguração. A liderança de Jair Bolsonaro continua sendo o elemento de coesão, mas a multiplicidade de porta-vozes, interesses eleitorais e estratégias de comunicação aponta para um campo político mais fragmentado — e, ao mesmo tempo, mais competitivo internamente.

Nesse cenário, cada ato, cada postagem e cada palavra de ordem deixam de ser apenas mobilização e passam a funcionar como ensaio para a disputa de poder que se desenha no horizonte.

Tags: AnistiaDivisão da DireitaEleições 2026Flávio Bolsonaro(PL)Nikolas Ferreira(PL)PolíticaSTF
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