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Casa Mundo

Cinco vírus que colocam a saúde global em alerta em 2026, segundo especialistas

João by João
8 de janeiro de 2026
in Mundo
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Cinco vírus que colocam a saúde global em alerta em 2026, segundo especialistas

Partículas do vírus da mpox foram identificadas no interior do tecido de uma célula infectada, como mostrado na imagem acima. Foto: NIAD

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Gripe aviária, mpox e patógenos emergentes preocupam cientistas pela capacidade de mutação e rápida disseminação

A vigilância sobre vírus conhecidos e emergentes tornou-se uma prioridade em 2026, diante de um cenário marcado por mudanças climáticas, crescimento populacional e intensa mobilidade internacional. Patógenos antigos seguem em evolução, enquanto o avanço humano sobre novos ambientes aumenta o contato com agentes infecciosos ainda pouco conhecidos. Nesse contexto, surtos locais podem rapidamente assumir proporções globais.

Em artigo publicado no site The Conversation, Patrick Jackson, professor assistente de Doenças Infecciosas da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, elencou alguns dos vírus que merecem atenção especial neste ano, seja pelo potencial de mutação, seja pela possibilidade de causar infecções em regiões onde antes não circulavam.

Gripe aviária sob risco de pandemia

A influenza A permanece como uma ameaça constante à saúde pública global. Capaz de infectar diferentes espécies animais, o vírus apresenta alta taxa de mutação. A pandemia de H1N1, em 2009, originada em porcos no México, causou mais de 280 mil mortes em todo o mundo apenas no primeiro ano e segue em circulação até hoje.

Atualmente, o foco da comunidade científica está na cepa H5N1, conhecida como gripe aviária. Identificado em humanos pela primeira vez em 1997, no sul da China, o vírus se espalhou globalmente por meio de aves migratórias. Em 2024, foi detectado pela primeira vez em rebanhos de gado leiteiro nos Estados Unidos, passando a circular em fazendas de diversos estados.

A transmissão do vírus de aves para mamíferos elevou o grau de preocupação entre especialistas, especialmente pela possibilidade de adaptação aos humanos. Estudos indicam que já ocorreram múltiplas transmissões de vacas para pessoas. Em 2026, pesquisadores seguem monitorando sinais de mutações que permitam a transmissão sustentada entre humanos — condição necessária para uma nova pandemia. As vacinas atuais contra a gripe provavelmente não oferecem proteção eficaz contra o H5N1, embora novos imunizantes estejam em desenvolvimento.

Mpox consolida presença global

O vírus mpox, anteriormente conhecido como varíola dos macacos, foi identificado na década de 1950 e, por muitos anos, esteve restrito principalmente à África subsaariana. Apesar do nome, o principal reservatório do vírus são roedores, com transmissão ocasional para humanos.

Relacionado ao vírus da varíola, o mpox provoca febre e uma erupção cutânea dolorosa que pode persistir por semanas. Existem diferentes variantes, como o clado I, geralmente associado a quadros mais graves, e o clado II, considerado menos severo. Há vacinas disponíveis, mas ainda não existem tratamentos específicos amplamente eficazes.

Em 2022, um surto global do mpox clado II atingiu mais de 100 países que nunca haviam registrado a doença. A disseminação ocorreu sobretudo por contato próximo entre pessoas, frequentemente em relações sexuais. Embora os casos tenham diminuído desde então, o vírus passou a circular de forma endêmica em várias regiões.

Desde 2024, países da África Central registram aumento nos casos do clado I. Já a partir de agosto de 2025, quatro casos desse clado foram identificados nos Estados Unidos, inclusive em pessoas sem histórico recente de viagem ao continente africano. Ainda não está claro como a doença deve evoluir em 2026, tanto nos EUA quanto em outros países.

Vírus oropouche pode ampliar área de circulação

Identificado nos anos 1950 na ilha de Trinidad, o vírus oropouche é transmitido por mosquitos e pequenos insetos conhecidos como mosquitos-pólvora. A infecção costuma causar febre, dor de cabeça e dores musculares. Embora os sintomas geralmente desapareçam em poucos dias, alguns pacientes relatam fraqueza prolongada, e há registros de recorrência da doença após a recuperação inicial.

Não há vacinas nem tratamentos específicos contra o oropouche, e muitos aspectos da infecção ainda são pouco compreendidos. Durante décadas, acreditava-se que os casos humanos se limitavam à região amazônica, mas, desde o início dos anos 2000, a circulação do vírus foi identificada em áreas mais amplas da América do Sul, América Central e Caribe. Nos Estados Unidos, os casos costumam ocorrer em viajantes que retornam do exterior.

Em 2026, especialistas avaliam que surtos do vírus devem continuar afetando viajantes nas Américas. O mosquito-pólvora transmissor está presente em grande parte do continente, inclusive no sudeste dos EUA, o que amplia o risco de expansão geográfica da doença.

Outras ameaças virais no radar

Além desses vírus, outros patógenos seguem preocupando autoridades sanitárias. Os surtos contínuos de chikungunya podem atingir viajantes, levando alguns países a recomendar a vacinação. Os casos de sarampo continuam em alta nos Estados Unidos e em outras regiões, impulsionados pela queda nas taxas de imunização.

O HIV também pode voltar a ganhar força em determinados contextos, apesar da existência de tratamentos eficazes, em razão de interrupções na ajuda internacional e em programas de prevenção.

Especialistas alertam ainda que vírus ainda não identificados podem emergir à medida que atividades humanas alteram ecossistemas e ampliam a circulação global de pessoas e mercadorias. A interdependência entre seres humanos, animais e meio ambiente reforça a necessidade de vigilância contínua, além do investimento em novas vacinas e tratamentos, como estratégia central para reduzir riscos e proteger a saúde global.


Tags: 2026.doenças infecciosasgripe aviária H5N1mpoxPandemiavírus emergentesvírus oropouche
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