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Casa Economia

Brasil avalia acionar OMC contra tarifas impostas pelos EUA ao aço e alumínio

Administrador by Administrador
12 de março de 2025
in Economia
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Brasil avalia acionar OMC contra tarifas impostas pelos EUA ao aço e alumínio

© Reuters/Jin Mu/Direitos reservados

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Organização Mundial do Comércio

Governo brasileiro considera recorrer à Organização Mundial do Comércio diante de medida protecionista de Trump.

O governo brasileiro informou nesta quarta-feira (12) que estuda possíveis medidas no âmbito do comércio exterior para reagir à decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de aplicar uma tarifa de 25% sobre as importações americanas de aço e alumínio. A medida entrou em vigor hoje, e entre as alternativas avaliadas pelo Brasil está a possibilidade de acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC), conforme comunicado oficial.

A OMC é a entidade responsável por regular o comércio internacional, estabelecer normas, gerenciar acordos e solucionar disputas comerciais entre seus 166 países-membros, que representam 98% do comércio global. Tanto Brasil quanto Estados Unidos integram essa organização.

A nova taxação determinada por Trump configura uma política protecionista, conferindo vantagens às siderúrgicas americanas em detrimento dos produtos importados, que se tornarão mais caros no mercado dos Estados Unidos.

O Brasil figura entre os países mais impactados pela decisão, uma vez que é um dos principais fornecedores de metal para os EUA. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 54% das exportações brasileiras de ferro e aço têm como destino o mercado americano.

Reação do governo brasileiro

Em nota conjunta divulgada pelos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o governo brasileiro expressou preocupação e desaprovação em relação à decisão dos EUA.

“Tais medidas terão impacto significativo sobre as exportações brasileiras de aço e alumínio para os EUA, que, em 2024, foram da ordem de US$ 3,2 bilhões”, destacou o comunicado.

O governo reafirmou seu compromisso com o sistema multilateral de comércio e classificou a imposição das tarifas como “injustificável e equivocada”.

Histórico de relações comerciais

O comunicado também ressaltou a histórica relação de cooperação econômica entre Brasil e Estados Unidos, citando dados do próprio governo americano para evidenciar que os EUA mantêm um saldo comercial favorável em suas transações com o Brasil.

“Os EUA mantêm um superávit comercial de longa data com o Brasil, que foi, em 2024, da ordem de US$ 7 bilhões, somente em bens”, afirmou a nota.

Além disso, a nota enfatizou a interdependência econômica entre os países, destacando que o Brasil é o terceiro maior comprador de carvão siderúrgico dos EUA, com importações no valor de US$ 1,2 bilhão, além de ser o maior exportador de aço semiacabado para o mercado americano, totalizando US$ 2,2 bilhões, o que corresponde a 60% do total das importações dos EUA desse produto. Esse insumo é considerado essencial para a indústria siderúrgica americana.

Por fim, o governo reforçou que buscará, em alinhamento com o setor privado, a melhor estratégia para defender os interesses dos produtores nacionais junto à administração norte-americana.

Haddad: foco na negociação

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a prioridade do governo brasileiro é buscar uma solução negociada, afastando, ao menos por ora, qualquer medida de retaliação contra exportações americanas.

“O presidente Lula falou ‘muita calma nessa hora’. Já negociamos outras vezes em condições até muito mais desfavoráveis do que essa”, declarou Haddad a jornalistas após reunião com representantes do setor siderúrgico, que apresentaram um relatório com argumentos favoráveis à negociação.

O ministro informou que a equipe da Fazenda deverá elaborar uma nota técnica com as propostas do setor siderúrgico, a ser encaminhada ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. O documento servirá como base para as negociações com o governo dos Estados Unidos.

Entidades como o Instituto Aço Brasil, que representa os produtores nacionais do setor, e a CNI reforçaram a necessidade de intensificar esforços diplomáticos para tentar reverter as tarifas por meio de diálogo direto entre os dois governos.

Tags: AçoalumínioComércio InternacionalEstados UnidosOrganização Mundial do Comércio
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