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Casa Política

Flávio Bolsonaro busca ampliar apoios e reduzir rejeição para viabilizar projeto presidencial em 2026

Jeverson by Jeverson
27 de janeiro de 2026
in Política
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senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) / Crédito: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Senador enfrenta resistência além da base bolsonarista, procura marqueteiro e lida com a ascensão de Tarcísio de Freitas como alternativa no campo conservador

Sem o endosso declarado de lideranças expressivas da oposição, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) inicia a pré-campanha presidencial sob obstáculos políticos e de imagem. O principal desafio é diminuir a rejeição ao seu nome e romper barreiras fora do núcleo mais fiel do bolsonarismo, ao mesmo tempo em que convive com a projeção do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado por setores conservadores como opção eleitoralmente mais competitiva ao Palácio do Planalto.

Diante desse cenário, interlocutores avaliam ser indispensável ampliar alianças e moldar uma identidade que vá além do bolsonarismo mais ideológico. Esse movimento levou o senador a intensificar conversas com profissionais de marketing político, na tentativa de estruturar uma estratégia de comunicação consistente e traçar um plano de posicionamento até 2026.

Reposicionamento de imagem e estratégia de comunicação

Nas tratativas com marqueteiros, o objetivo central é vincular a imagem de Flávio à do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas com um perfil mais moderado e autônomo. A avaliação interna é de que a campanha precisará abandonar o tom predominantemente reativo e pautas identitárias, priorizando atributos associados a uma candidatura presidencial, como agenda econômica, discurso institucional e capacidade de diálogo político.

Há também pressão para profissionalizar a produção de conteúdo e integrar de forma mais eficiente redes sociais, imprensa tradicional e agenda territorial. Esses pontos são considerados fragilidades recorrentes em campanhas anteriores do campo bolsonarista.

O publicitário Daniel Braga, ligado ao senador Rogério Marinho (PL-RN), passou a colaborar na produção de conteúdos para redes sociais, mas não é visto como nome definitivo para comandar a estratégia. Outro profissional cogitado foi Duda Lima, marqueteiro do PL, hipótese considerada improvável após o desgaste atribuído à campanha de Ricardo Nunes em 2024.

Rejeição elevada e estrutura digital limitada

Um dos principais entraves à viabilidade eleitoral é o nível de rejeição. Levantamento recente da Genial/Quaest sobre o cenário de 2026 indica recuo na rejeição a Flávio Bolsonaro, de 60% para 55%, mas o índice permanece elevado e acima do registrado por Tarcísio de Freitas, que aparece com 43%.

Dirigentes do partido reconhecem ainda que a presença digital de Flávio está distante do alcance alcançado por Jair Bolsonaro ao longo dos anos. Mesmo sem publicações desde julho, o ex-presidente mantém cerca de 27 milhões de seguidores no Instagram. Flávio reúne 8,3 milhões, aproximadamente 30% do total do pai. A leitura interna é de que a força orgânica do bolsonarismo, isoladamente, não sustentaria uma campanha nacional.

Nordeste no foco e disputa por palanques

Outro desafio estratégico é avançar em regiões onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém forte desempenho, especialmente o Nordeste. Nesse eixo, o senador Rogério Marinho volta a ocupar papel central nas articulações. Nordestino e próximo à família Bolsonaro, ele é visto como figura capaz de ajudar a costurar apoios regionais.

Marinho afirma que o plano do partido envolve ampliar a vantagem onde Jair Bolsonaro foi majoritário em 2022 e reduzir a diferença no Nordeste, com atenção especial a estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Maranhão e Bahia.
— Cada região vai ter uma estratégia. Nas outras quatro regiões onde o Bolsonaro venceu, a ideia é ampliar essa distância — disse.

Na eleição de 2022, Lula venceu nos nove estados nordestinos, sendo a única grande região em que superou Bolsonaro no segundo turno, com cerca de 69,3% dos votos válidos, contra 30,6% do adversário. Nacionalmente, o petista obteve 50,90% dos votos válidos, frente a 49,10% de Bolsonaro, diferença de cerca de 1,8 ponto percentual. O desempenho de Bolsonaro no Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Norte reduziu a margem, mas não compensou o peso eleitoral do Nordeste.

Segundo Marinho, contudo, ainda há tensões na definição de palanques em cerca de dez estados, incluindo Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás.

Movimentações de Michelle e fator Tarcísio

O cenário também é influenciado por articulações envolvendo Michelle Bolsonaro. De acordo com aliados, a ex-primeira-dama atuaria para manter Tarcísio de Freitas como opção presidencial, especialmente diante da possibilidade de Jair Bolsonaro cumprir prisão domiciliar. Dirigentes do PL afirmam que, antes de avançar, Flávio precisaria consolidar o apoio de Michelle, que teria preferência pela candidatura do governador paulista.

Aliados admitem que o senador ainda precisa convencer seu próprio campo político de que pode liderar uma transição após a inelegibilidade e os problemas judiciais do ex-presidente. Embora Tarcísio reitere que é candidato à reeleição em São Paulo, ele é tratado como alternativa mais viável por segmentos do empresariado e do Centrão, o que mantém seu nome no radar da sucessão presidencial.

Tags: Eleições 2026Flávio Bolsonaro(PL)MarketingPolíticaRejeiçãoTarcisio de Freitas(Republicanos)
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