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Casa Economia

Salário mínimo sobe para R$ 1.621 e passa a valer nesta quinta-feira

João by João
1 de janeiro de 2026
in Economia
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Salário mínimo sobe para R$ 1.621 e passa a valer nesta quinta-feira

Salário mínimo passa a valer R$ 1.621 Edu Garcia/R7 - 27.11.2023/Edu Garcia/R7 - 27.11.2023

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Reajuste de 6,79% atinge cerca de 61,9 milhões de brasileiros e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia

O novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621, entra em vigor nesta quinta-feira (1º). O valor representa um aumento de R$ 103, ou 6,79%, em relação ao piso anterior, de R$ 1.518, vigente em 2025. O reajuste segue a política de valorização do mínimo adotada pelo governo federal.

Com a atualização, o valor diário do salário mínimo passa a ser de R$ 54,04, enquanto o valor por hora trabalhada sobe para R$ 7,37. Apesar de já valer legalmente a partir de janeiro, o novo piso será creditado aos trabalhadores a partir da folha de pagamento de fevereiro.

Impacto na renda e na economia

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), cerca de 61,9 milhões de brasileiros têm rendimentos diretamente vinculados ao salário mínimo. Com o reajuste, o acréscimo de renda em circulação na economia brasileira deve alcançar R$ 81,7 bilhões.

O órgão também estima que cada R$ 1 de aumento no salário mínimo gera um impacto anual de aproximadamente R$ 380,5 milhões na folha de pagamento da Previdência Social. Assim, o reajuste de R$ 103 implicará um custo adicional de cerca de R$ 39,1 bilhões por ano.

Segundo o Dieese, 46% da massa de benefícios previdenciários corresponde a valores de até um salário mínimo, abrangendo 70,8% do total de beneficiários.

Benefícios atrelados ao piso nacional

Além de salários, o valor do mínimo serve de referência para diversos benefícios pagos pelo poder público. Entre eles estão aposentadorias, pensões e auxílios do INSS, o seguro-desemprego, o abono salarial PIS/Pasep e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

No caso do INSS, o valor mínimo dos benefícios passa a ser de R$ 1.621, patamar que alcança cerca de 70% dos pagamentos realizados pelo instituto. Quem recebe acima desse valor terá reajuste conforme a inflação medida pelo INPC, acumulada em 12 meses até dezembro, dado que será divulgado pelo IBGE em 10 de janeiro. O calendário de pagamentos começa em 26 de janeiro e vai até 6 de fevereiro.

Contribuições previdenciárias

As contribuições ao INSS também são impactadas pelo novo piso, já que passam a ser calculadas com base no valor atualizado do salário mínimo. As alíquotas iniciais partem de 5% do piso nacional, variando conforme a categoria do contribuinte.

Poder de compra e cesta básica

Estudo do Dieese mostra que o reajuste melhora a relação entre o salário mínimo e o custo da cesta básica de alimentos. Em 2025, o piso nacional permitia a compra média de 1,75 cesta básica na cidade de São Paulo. Em janeiro de 2026, essa proporção sobe para 1,93 cesta básica por salário mínimo, o melhor resultado desde 2019.

Abono salarial: valores e regras

Em 2026, o abono salarial terá valores que variam de R$ 135,08 a R$ 1.621, conforme o número de meses trabalhados no ano-base de 2024. Atualmente, o benefício é pago a trabalhadores que recebem até dois salários mínimos mensais, mas novas regras já foram aprovadas e, até 2035, o teto será reduzido gradualmente para um salário mínimo e meio.

Neste ano, 26.383.632 trabalhadores receberam o abono, totalizando R$ 30,6 bilhões pagos.

Para ter direito ao benefício, é necessário:

  • Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
  • Ter recebido até dois salários mínimos mensais, em média, no período trabalhado;
  • Ter exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias no ano-base de 2024;
  • Ter os dados corretamente informados pelo empregador na Rais ou no eSocial.

Como consultar o abono salarial

A consulta pode ser feita pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital, após atualização, seguindo o caminho:
Benefícios → Abono Salarial → Pagamentos.

Também é possível consultar pelo portal gov.br, pelo telefone 158 (atendimento gratuito, das 7h às 22h, de segunda a sábado, exceto feriados nacionais) ou presencialmente nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego.

Benefício de Prestação Continuada (BPC)

Os beneficiários do BPC, pago a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade, passam a receber R$ 1.621 mensais. O benefício garante um salário mínimo a quem não recebe aposentadoria ou pensão e não possui meios próprios de subsistência.

Para ter direito, é necessário comprovar renda familiar de até um quarto do salário mínimo por pessoa. Em uma família de quatro integrantes, por exemplo, a renda total não pode ultrapassar um salário mínimo.

Seguro-desemprego

A parcela mínima do seguro-desemprego também é reajustada e passa a ser de R$ 1.621. O benefício é destinado a trabalhadores demitidos sem justa causa; quem opta por acordo de desligamento não tem direito ao pagamento.

Tags: AposentadoriaBrasilINSSSalário mínimo
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