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Casa Mundo

Trump assume presidência dos EUA e pode redefinir postura em relação à guerra na Ucrânia

Administrador by Administrador
19 de janeiro de 2025
in Mundo
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Trump assume presidência dos EUA e pode redefinir postura em relação à guerra na Ucrânia

Joe Biden e Donald Trump têm conceitos diferentes sobre a guerra da Ucrânia Reprodução/ Record News

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Mudanças na política externa norte-americana indicam abordagem mais isolacionista e pragmática.

Com a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira (20), a postura norte-americana frente à guerra na Ucrânia tende a sofrer alterações significativas. A mudança no governo pode impactar os rumos do conflito, que se arrasta desde 2022.

Trump, ao longo de sua campanha, prometeu adotar uma política externa mais isolacionista e pragmática, priorizando negociações diretas com líderes globais. Entre esses líderes, Vladimir Putin, presidente da Rússia, já demonstrou interesse em dialogar com o novo presidente dos EUA, vislumbrando a possibilidade de acordos que favoreçam Moscou.

Em dezembro, enquanto o conflito seguia em curso, Putin destacou a disposição de negociar com Trump. “Estamos prontos para dialogar com o novo governo dos Estados Unidos, mas existem condições”, afirmou, referindo-se à necessidade de a Ucrânia renunciar à sua intenção de aderir à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Analistas interpretam essa posição como uma estratégia de Putin para enfraquecer a soberania ucraniana e consolidar os interesses russos na região.

Trump, que se autointitula um “mestre em negociação” e autor do livro Trump: A Arte da Negociação, prometeu resolver o conflito rapidamente. Contudo, o líder norte-americano não forneceu detalhes sobre suas propostas, levantando especulações sobre a possibilidade de concessões que poderiam comprometer a posição estratégica da Ucrânia.

A postura de Biden durante o conflito

Sob o governo de Joe Biden, os Estados Unidos adotaram uma abordagem mais assertiva em relação à guerra na Ucrânia, marcada pelo envio de auxílio militar e humanitário substancial ao país europeu. Desde o início do conflito, Biden autorizou o envio de armamentos avançados, incluindo mísseis de longo alcance, como os ATACMS, que permitem à Ucrânia atingir alvos estratégicos em território russo.

Esses armamentos, capazes de alcançar até 300 quilômetros de distância, foram entregues para fortalecer a resistência ucraniana contra os avanços russos. Cada unidade do ATACMS custa cerca de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 6,2 milhões), sendo utilizadas com rigoroso planejamento devido ao alto custo.

A decisão de Biden foi interpretada como uma clara demonstração de apoio à soberania ucraniana, mesmo diante das ameaças do Kremlin. Em resposta, a Rússia endureceu sua retórica, incluindo revisões em sua doutrina nuclear, que agora considera ataques de potências nucleares como provocação direta.

Últimos esforços antes da transição

Nos últimos dias de seu mandato, Biden anunciou um pacote de US$ 6 bilhões em assistência militar à Ucrânia. A medida visou reforçar as capacidades de defesa de Kiev antes da transição para a administração de Trump.

“Sob minha direção, os Estados Unidos continuarão a trabalhar incansavelmente para fortalecer a posição da Ucrânia nesta guerra durante o restante do meu mandato”, afirmou Biden em comunicado oficial.

Agora, com a nova administração, a comunidade internacional aguarda para compreender como a política de Trump influenciará o desfecho do conflito e as relações diplomáticas entre os Estados Unidos, a Ucrânia e a Rússia.

 

Tags: Donald TrumpEUAGuerraUcrânia
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