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UM PAÍS DE INDISCIPLINADOS

Foto Reprodução

Por Jeverson Missias de Oliveira *

 

Tenho dito, repetidamente que falta mesmo um comando central para debelar essa pandemia, que “alguns “brasileiros estão enfrentando. Falo alguns porque muitos, milhares ou milhões, continuam pensando que a covid19 é uma “gripezinha” e só pega no vizinho ou em algum conhecido.

O brasil é considerado um país jovem. Composto por um povo pacífico, que não sucumbiu em consequências de guerras, não sofreu em acidentes naturais, sem tormentas, sem terremotos e outros males vistos mundo afora.

Talvez por isso sejamos assim tão relapsos em cumprir regras ou somos mesmo um país de indisciplinados?

O decreto editado pelo presidente Jair Bolsonaro em 2020 tem sido a válvula de escape de prefeitos para flexibilizar meios de condutas. Esse decreto federal, prevê uma lista de mais de 50 atividades consideradas essenciais. Incluídas algumas em que não se consegue manter o distanciamento recomendado.

Basta os indicadores de ocupação de uti baixar um pouquinho para que a vida volte ao normal.

Bares e restaurantes lotados. Mesas para 04 pessoas acomodando até 08. Todos bem pertinho um do outro. E, claro, sem máscaras.

A continuar assim logo chegaremos aos 500 mil óbitos.

Segundo cientistas, essa política do meio a meio (meio que fecha e meio que abre) fará com que os prejuízos econômicos sejam, possivelmente, extremamente superiores aos gerados por uma medida mais radical. Caso contrário ficaremos mesmo enxugando gelo.

Em um lockdown, ou confinamento, as pessoas ficam dentro de casa para diminuir a circulação em ambientes com outras pessoas e, assim, quebrar cadeias de transmissão. A medida foi adotada em diversos países e se mostrou eficaz para conter o vírus e, como consequência, menos hospitalizações e mortes.

Um fechamento de 03 semanas é o indicado para quebrar a corrente de transmissão do vírus.

Normalmente, essas medidas devem vir associadas de adequações gerais de comportamento e relação comercial entre fornecedores, comerciantes e consumidores, além de auxílio financeiro do governo para quem não pode trabalhar de casa. São muitos os brasileiros que não conseguem desenvolver sua atividade profissional dessa forma.

Quanto ao auxílio deve ser algo bem diferente desse auxílio emergencial que aí está. Não permite saque imediato. Determinam que a movimentação seja feita por meios digitais, como se a internet aberta fosse realidade por aqui. Parece piada isso.

As políticas e posturas oficiais de enfrentamento ao caos continuam as mesmas. Sem planejamento adequado. Só improvisos. Urge uma postura que não seja só a vacinação que continua em doses homeopáticas.

Uma postura que não seja só a vacinação, que continua em doses homeopáticas.

Cadê o comitê nacional? Só balela?

Ou é Bolsonaro admirador do economista britânico Thomas Malthus?

* Jeverson Missias é Economista, Bacharel em Direito, Especialista em Administração Pública e Ciências Políticas, Radialista e Jornalista, Editor desse site.

 

 

 

 

 

 

 

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