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Turismo é um os setores mais afetados por pandemia do novo coronavírus

Foto: Divulgação

Segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT), com a pandemia do novo coronavírus, o Turismo vem sendo seriamente atingido pelas medidas de isolamento social, levando empresários a fechar as portas e demitir funcionários.

Relatório divulgado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), que avalia o impacto e os desafios enfrentados pelas empresas durante a pandemia, aponta que 8,5 milhões de postos de trabalho devem ser extintos na região nos próximos seis meses, em virtude do fechamento de mais de 2,7 milhões de empresas. O Turismo encabeça a lista do Cepal dos setores que estão sofrendo mais com a pandemia. Do total de companhias que devem encerrar as atividades devido à crise, 290 mil delas são do setor turístico.

No Brasil, dados do Ministério da Economia indicam que no primeiro quadrimestre de 2020 foram fechadas 351.181 empresas. Serviços, comércio, hotéis e restaurantes, normalmente empreendimentos de pequeno e médio porte, estão sofrendo os efeitos diretamente. Em Goiás, informe do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB) ressalta que o setor de serviços abarca 67% do valor agregado do PIB estadual. A estimativa de crescimento do PIB goiano é de 3,4%, tendo como base de comparação o mesmo período do ano anterior. O estudo mostra que o resultado é proveniente, principalmente, da agropecuária, e também do setor de serviços.

Em busca de soluções para a crise, a Organização Mundial do Turismo (OMT) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançaram a Healing Solutions For Turismo Challenge, um desafio global para startups e empreendedores do Turismo. A competição se empenha em descobrir estratégias para diminuir os reflexos da Covid-19 no Turismo, por meio de tecnologia e iniciativas inovadoras para o desenvolvimento sustentável. Para o secretário geral da OMT, Zurab Pololikashvili, a pandemia mundial de coronavírus é um desafio que deve ser enfrentado por todos em conjunto. Zurab é otimista quanto ao futuro do Turismo: “nossa resposta deve ser calma, consistente e coletiva. O turismo já estará lá para ajudar pessoas e comunidades a se recuperarem desse revés”.

Por Redação do Click News

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