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Setor de infraestrutura manifesta apoio ao projeto de Vanderlan para compra de vacinas por empresas públicas e privadas

Em reunião virtual, o senador goiano esclareceu os principais pontos do PL 1033 em tramitação no Senado Federal

 

Senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO)

 

Em reunião virtual com representantes do setor de infraestrutura, realizada na manhã desta sexta-feira (9), o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) recebeu sugestões e esclareceu os principais pontos do PL 1033/2021 que altera o artigo 2º da Lei 14.125/2021 para permitir que empresas públicas e privadas comprem vacinas contra a Covid-19 e doem 50% ao SUS.

De acordo com Vanderlan, ao permitir que as empresas públicas e privadas comprem, de imediato, vacinas contra a Covid-19, o processo de vacinação no Brasil terá um salto na celeridade. “É importante esclarecer que permitir que o setor privado compre a vacina não significa que haverá concorrência com o SUS. Pelo contrário. As empresas irão contribuir com o Programa Nacional de Imunização doando doses para o sistema e tirando os funcionários que já vacinou da fila de imunização”, explicou.

Atualmente, o setor de infraestrutura reúne mais de 1.2 milhão de profissionais, 357 mil empresas e representa mais de 90% do PIB da Infraestrutura Nacional. O setor criou o movimento “Juntos pela Vacinação” e defende a imunização em massa da população para erradicar a pandemia.

O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Joel Krüger, demonstrou apoio ao projeto de Vanderlan e explicou que o setor não parou durante a pandemia e que está muito preocupado com o processo de vacinação no Brasil. “Vemos com muita simpatia esse projeto desde que não atrapalhe o PNI e o SUS que são referência mundial. Somos um setor essencial e mantivemos nossas atividades econômicas durante a pandemia. Estamos presentes, por exemplo, na construção civil, no saneamento, na engenharia clínica da manutenção dos equipamentos de UTI, no agronegócio, na logística de transporte de diversos materiais essenciais como os hospitalares e nos preocupamos com todos esses profissionais”, disse.

Já o presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor), Danniel Zveiter, disse que se preocupa com o agravamento da pandemia. “Estamos preocupados com o aumento dos casos de contágio e de mortes no Brasil e, ainda, com os processos de liberação de vacinas na Anvisa”, comentou.

Vanderlan finalizou a reunião dizendo que fica muito contente com o apoio do setor de infraestrutura. Salientou, ainda, que é importante haver uma Lei para dar segurança jurídica às empresas públicas e privadas e que vai lutar por isso no Senado. “Volto a repetir que da forma como está determinado hoje, que 100% das doses compradas por empresas públicas, privadas, estados e municípios, sejam direcionadas ao PNI não está funcionando. Precisamos ser práticos. Um município não vai tirar dinheiro do seu caixa para comprar vacina e essas vacinas irem para o banco nacional. Ele quer vacinar os cidadãos do seu município. E a mesma coisa ocorre com as empresas. O nosso projeto é simples. Além de imunizar os seus funcionários, elas irão doar a mesma quantidade ao SUS”, finalizou.

Setor de Infraestrutura – O setor de Infraestrutura é formado por empresas como Associação Nacional das Empresas de Engenharia Consultiva de Infraestrutura de Transportes (Anetrans), Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações de Classe de Infraestrutura (Brasinfra), Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do DF (CREA-DF), Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon), Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE),  Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em geral no Estado do Rio Grande do Sul (SICEPOT/RS), Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente (APECS), Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito (ABEETRANS) e Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES).

 

 

Por Patrícia Pinheiro, da assessoria do Senador

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