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Prefeitura de Goiânia inaugura primeira usina de oxigênio de Goiânia, instalada no Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara

Foto: Jucimar de Sousa

“Durante a pandemia, nós nunca deixamos faltar oxigênio nas nossas unidades de Saúde, mas passamos por muitas dificuldades, por depender das usinas de fora. Então, resolvemos implantar essa estrutura aqui em Goiânia, para termos esse benefício próximo de nós”, afirmou o prefeito Rogério Cruz.

 

Foi inaugurada nesta quinta-feira (08),  a primeira usina produtora de oxigênio medicinal de Goiânia, instalada no Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC), com capacidade de produzir 1.440 metros cúbicos de oxigênio por dia, e 43,2 mil metros cúbicos por mês.

A usina, que vai gerar oxigênio suficiente para atender à demanda do HMMCC, consiste em um sistema que capta o ar atmosférico e separa o oxigênio e o ar comprimido medicinais, e os armazena em um tanque. O investimento da prefeitura, na implantação da estrutura, foi de R$ 1,588 milhão.

A cerimônia contou com a presença do prefeito Rogério Cruz e do secretário municipal de Saúde, Durval Pedroso. A direção da Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara aproveitou a oportunidade para prestar homenagem à ex-servidora Rosa Maria de Moura, falecida em 2021, com descerramento da placa que dá o nome dela à Farmácia Distrital Oeste, localizada dentro da unidade.

Rosa Maria de Moura era formada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Durante a pandemia, ela se manteve firme no trabalho, ao lado de outros profissionais da área de saúde, e faleceu, vítima da Covid-19, em 2021, assim como seu marido.

A farmácia Distrital Oeste fornece medicamentos contidos na Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remune) e insumos para os usuários portadores de Diabetes Mellitus.

Durval Pedroso explicou a importância de uma inauguração como esta. A unidade possui capacidade de geração de 60.0 metros cúbicos por hora, 1.440 metros cúbicos por dia, e 43.200 metros cúbicos por mês, além da capacidade de enchimento de cilindros de até 10 metros cúbicos, com autonomia de enchimento de ao menos 4 metros cúbicos por hora. O Hospital Célia Câmara tem um consumo mensal de 7.000 metros cúbicos de oxigênio medicinal.

“Vimos, no ápice da pandemia, o quanto o oxigênio foi indispensável para milhares de pessoas que lutavam contra a Covid-19. Essa usina é uma segurança a mais para os pacientes do hospital, tanto para quem tem algum problema respiratório mais grave quanto na realização das cirurgias”, ressaltou Durval Pedroso. “Além de gerar economia ao município, a inauguração dessa usina, que segue todos os padrões técnicos preconizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), representa autonomia, pois ela vai gerar todo o oxigênio de que o Hospital Célia Câmara necessita”, complementou.

Outro a destacar a importância da usina foi o diretor-geral do hospital, Marcelo Cupertino. “O gerenciamento de uso do oxigênio tornou-se um item crítico no enfrentamento da pandemia da Covid-19, tanto como elemento básico no tratamento da doença como para os casos de insuficiência respiratória, que demandam o uso de suporte ventilatório”, explica. “A usina de oxigênio, na unidade, não só fortalece a estrutura hospitalar, como também diminui custos e auxilia na manutenção dos serviços prestados. Traz segurança à assistência, garantindo qualidade para os pacientes e profissionais”.

 

 

 

Da Redação do Click News

 

Mariana
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