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Polícia investiga se coordenadora foi dopada e estuprada em escola de Goiânia

2ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Goiânia — Foto: Reprodução/Agecom

Perícia é feita nos celulares das pessoas envolvidas para saber se há vídeo que registrou o crime. Educadora apontou vigilante como autor e disse que diretora estaria envolvida.

 

A Polícia Civil investiga se a coordenadora de uma escola foi estuprada na unidade de ensino em que trabalha, no noroeste de Goiânia. Segundo a delegada Cássia Sertão, que investiga o caso, a educadora relatou não se lembrar da situação porque teria sido dopada. Uma perícia está sendo feita nos celulares de pessoas envolvidas no caso para verificar se há um vídeo que tenha documentado e possa confirmar o abuso.

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou, em nota, que “afastou imediatamente todos os envolvidos no caso para que não houvesse prejuízo à comunidade escolar”.

Ainda de acordo com a pasta, há uma auditoria em andamento na escola para apurar o que aconteceu.

Denúncia e investigação

A delegada informou que, inicialmente, foi registrada uma denúncia de ameaça de divulgação de imagens íntimas.

“Posteriormente, a vitima alegou que o conteúdo do vídeo seria ela sendo abusada sexualmente, dentro da escola, por um servidor, fora do horário de serviço. […] A vítima fala que não se recorda dos fatos, que tomou conhecimento apenas através da notícia da existência do vídeo”, explicou.

De acordo com os relatos registrados na Polícia Civil, além da coordenadora que denuncia o caso, estaria envolvido um vigilante, apontado por ela como autor do abuso, e a diretora da escola, indicada pela denunciante como a pessoa que teria a gravação.

A delegada explicou que o caso continua sob investigação e testemunhas estão sendo ouvidas. Segundo ela, uma perícia nos celulares dos envolvidos está em andamento para que, se o vídeo existir, ele possa ser localizado.

“Foram ouvidas algumas testemunhas, porém o vídeo não foi divulgado, tampouco localizado. Os celulares das partes envolvidas foram apreendidos […]e só atraves do exame pericial pode ser confirmada a existência ou não do vídeo e, por consequência, a ocorrência ou não do estupro”, completou.

Por Vanessa Martins e Rafael Oliveira, g1 Goiás

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