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Polícia Federal faz buscas em gráficas utilizadas pela chapa Dilma/Temer

A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira (27) ação para verificar se gráficas utilizadas na campanha presidencial vencedora da chapa Dilma Rousseff/Michel Temer em 2014 tinham de fato capacidade operacional para prestar os serviços para os quais foram contratadas.
São alvos da PF a Red Seg Gráfica, a Focal Confecção e Comunicação Visual e a Gráfica VTPB, as mesmas três que tiveram o sigilo bancário quebrado em outubro deste ano. Foram encontradas à época problemas na emissão de notas fiscais, comprovação de receitas obtidas pelas gráficas e a subcontratação de outras empresas para realizar o serviço. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) também recebe visitas da Polícia Federal.
A investigação policial se dá no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral, que investiga supostos abuso de poder político e econômico na campanha petista-peemedebista na última eleição presidencial. A ação foi proposta pelo PSDB logo após a vitória de Dilma, mas hoje o partido é o principal aliado do governo Temer. O ministro do TSE Herman Benjamin, relator do processo de cassação, ordenou as ações da PF desta terça.
No último dia 16 de dezembro, o Ministério Público Eleitoral disse ter encontrado nas informações colhidas com a quebra do sigilo bancário “fortes traços de fraude e desvio de recursos que foram repassados às empresas contratadas pelo Comitê Eleitoral”. A força-tarefa do TSE que trabalha no caso identificou no relatório da PF entregue no final de novembro “uma linha de investigação que sinaliza o desvio de finalidade dos gastos eleitorais para outros fins que não os de campanha”.
Caso o TSE casse a chapa Dilma/Temer em 2017, a nova eleição presidencial deve ser indireta, por meio de escolha do Congresso Nacional, já que mais da metade do mandato terá se passado, conforme prevê a Constituição Federal.
Nas últimas manifestações sobre o processo em curso, Dilma Rousseff tem negado irregularidades enquanto a defesa do presidente Michel Temer alega que as contas de sua campanha, como candidato a vice-presidente, eram separadas das de Dilma.
Deu na Jovem Pan

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