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O PODER DA CONCORRÊNCIA

Foto Reprodução

* Por Jeverson Missias de Oliveira 

 

No editorial de hoje, falo sobre concorrência.

Concorrência econômica corresponde à situação comportamental de um mercado em que os diferentes produtores/vendedores de um determinado bem e/ou serviço atuam de forma independente face aos compradores/consumidores, com vista a alcançar um objetivo para o seu negócio –vendas e lucros – utilizando diferentes instrumentos, tais como os preços, a qualidade dos produtos, ou os serviços após venda.

Com isso, nós consumidores, buscamos um equilíbrio nessa relação. E em qualquer circunstância a concorrência é satisfatória.

Metaforicamente, no campo político, o produto que buscamos e nos satisfaz, é a boa prestação de serviço.

Ao elegermos nossos representantes esperamos estar “adquirindo” o que há de melhor. Não custa ao bolso essa aquisição, mas, pode se tornar caro.

Pagamos pela ingerência, por decisões errôneas, ou pela falta de tato com o trato interpessoal.

Como na economia, precisamos na política, de boas práticas e disputas. A balança não pode ser desequilibrada.

Trazendo para a realidade brasileira, na esfera federal, vemos militantes de esquerda e simpatizantes da direita disputarem a primazia da liderança.

Erroneamente acham que que sozinhos tem força suficiente para alavancar suas ideias.

Redondamente enganados.

Como estamos no campo da metáfora, consideremos uma disputa pelo poder como uma partida de futebol.

Nos últimos tempos, o jogo na nova república, foi cadenciado pelos que atuam no meio campo. Posição que pouco compromete no resultado.

O quadro atual da política brasileira, com a entrada do Lula no balcão do negócio político deu uma reoxigenada, despertou no atual governo a correção de ineficiências e nos mostra ser a concorrência mesmo algo fundamental.

O jogo ainda não começou oficialmente, mas a vontade de jogar é tanta que independentemente de qualquer regra, a contenda iniciou.

E apoios é mercadoria cobiçada e certamente, como vem acontecendo há décadas, estará no centro do balcão.

Resumindo.

Pretensões de Bolsonaro, Lula ou qualquer outro, passa pelo centrão.

Provado está ser esse grupo o fiel da balança da concorrência política no Brasil.

* Jeverson Missias de Oliveira é Economista, Bacharel em Direito com especialização em Ciências Políticas e Administração Pública, Radialista e Jornalista, editor deste portal.

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