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Programa Cidade para Crianças utiliza participação de estudantes para transformar entorno de escolas municipais

João
29 de junho de 2026 às 08:06
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Programa Cidade para Crianças utiliza participação de estudantes para transformar entorno de escolas municipais

Fotos: Alex Malheiros e Joabe Mendonça

Plano estratégico coordenado pelo prefeito Sandro Mabel adota diagnóstico comunitário para requalificar e proteger perímetros escolares

Mecanismo de escuta participativa e governança integrada

 

O planejamento das intervenções urbanísticas e de engenharia de tráfego no entorno dos estabelecimentos educacionais em Goiânia passou a incorporar a percepção direta de seu público-alvo. O Poder Executivo local, por meio do Programa Cidade para Crianças — instituído formalmente pelo prefeito Sandro Mabel na última sexta-feira (26/6) —, converteu o depoimento de estudantes da rede municipal em insumo técnico para o direcionamento de obras públicas. A metodologia baseia-se na ausculta ativa de alunos, docentes, diretores e residentes do perímetro escolar, mapeando as principais vulnerabilidades logísticas de cada região para consolidar ações de acessibilidade universal, fluidez viária, segurança preventiva e embelezamento urbano.

A execução do programa é centralizada pela Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo Estratégico (Seplan), atuando em regime de cooperação técnica com a Secretaria Municipal de Educação (SME) e com os consultores do projeto Criancidade. Essa articulação institucional une diferentes pastas e autarquias da máquina administrativa municipal para promover intervenções transversais e simultâneas, otimizando o aproveitamento dos recursos orçamentários e acelerando os prazos de entrega dos canteiros de obras.

Intervenções estruturais pioneiras e engajamento cultural na Vila Paraíso

O projeto-piloto da iniciativa teve como cenário a Escola Municipal Bispo Abigail Carlos de Almeida, complexo de ensino situado no bairro Vila Paraíso. O logradouro recebeu um pacote de modificações físicas que englobou a reconstrução e o nivelamento das calçadas para pedestres, a ampliação e o reforço da sinalização viária vertical e horizontal, a remoção de fiação aérea obsoleta ou rompida, novos projetos de paisagismo e serviços contínuos de zeladoria urbana. Além disso, a engenharia civil do município planejou e edificou uma área de recepção externa coberta, permitindo que pais e responsáveis tutores aguardem o término das aulas em condições adequadas de conforto térmico e proteção climática.

No quadrante interno da instituição, o pátio central passou por reformas de leiaute para abrigar um novo ambiente de convivência social, estruturado para acolher dinâmicas de lazer recreativo e oficinas pedagógicas extracurriculares. A identidade visual dos muros externos também foi reconfigurada a partir da produção de um painel artístico de grandes proporções. A obra foi executada pelo artista plástico Samuel Caixeta, que coordenou oficinas práticas com os próprios estudantes para que estes assinassem a concepção estética do mural, consolidando o sentimento de pertencimento e zelo pelo patrimônio público desde a infância.

A visão territorial de proteção e o avanço dos aportes na rede de ensino

O chefe do Executivo goianiense, Sandro Mabel, ressaltou que a mobilização estende a carteira de investimentos direcionada à infraestrutura de ensino municipal, promovendo externalidades positivas que alcançam não somente o corpo discente, mas o tecido social circunvizinho às unidades de ensino.

Ao avaliar o processo de modernização tecnológica e estrutural das instituições governamentais, o prefeito Sandro Mabel contextualizou as benfeitorias internas ao declarar: “As nossas escolas estão ficando lindas, equipadas, com ar-condicionado, com computadores para as crianças e muito mais. E tudo isso vai avançando também para o lado de fora da escola, com o apoio fundamental da comunidade”. Na análise macro de planejamento urbano do gestor, o escopo da iniciativa atinge uma nova dimensão social, determinando que “a escola deixe de ser vista apenas como edifício e passe a ser compreendida como território de cuidado, convivência e proteção”.

Palavras-chave: Sandro Mabel, Programa Cidade para Crianças, Seplan Goiânia, Urbanismo Escolar, Escola Bispo Abigail Carlos de Almeida, Samuel Caixeta, Acessibilidade Urbana.

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