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Incêndio destrói ferro-velho em Uberlândia; bombeiros usam 60 mil litros de água para conter chamas

Redação
4 de maio de 2026 às 14:12
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Incêndio destrói ferro-velho em Uberlândia; bombeiros usam 60 mil litros de água para conter chamas
Divulgação / ClickNews

Chamas de grandes proporções atingem estrutura metálica no Triângulo Mineiro

Um incêndio de grandes proporções consumiu integralmente um ferro-velho localizado no bairro Oswaldo Rezende, em Uberlândia (MG), na noite de sábado (2/5). O fogo teve início por volta das 20h e se alastrou rapidamente, atingindo toda a edificação que abrigava o estabelecimento. Segundo relatos de testemunhas, as chamas alcançaram alturas consideráveis, gerando uma coluna de fumaça visível a quilômetros de distância.

Bombeiros enfrentam desafios com materiais pirofóricos e risco de propagação

Ao chegarem ao local, os militares do Corpo de Bombeiros encontraram o incêndio em estágio avançado, com as chamas já consumindo toda a estrutura metálica do ferro-velho. Diante do cenário, as equipes atuaram em múltiplas frentes para conter a propagação do fogo, que representava ameaça às edificações vizinhas. A complexidade da ocorrência exigiu o uso de técnicas específicas, como o abafamento de focos residuais, uma vez que parte dos materiais inflamáveis presentes — como metais pirofóricos — não respondem ao combate convencional com água.

Operação mobiliza cinco viaturas e 12 profissionais; 60 mil litros de água são utilizados

Para debelar as chamas, os bombeiros empregaram cerca de 60 mil litros de água, além de cinco viaturas de combate a incêndio e 12 militares. A estratégia incluiu o ataque aos flancos do fogo e a formação de linhas de defesa para evitar danos a propriedades adjacentes. O rescaldo, etapa crucial em incêndios de grande porte, foi realizado com atenção redobrada devido à presença de resíduos metálicos que poderiam reacender.

Investigação aponta origem desconhecida do sinistro

Ainda não há informações conclusivas sobre a causa do incêndio. As autoridades responsáveis pela perícia no local analisam possíveis origens, como curto-circuito, falhas estruturais ou até mesmo ação humana intencional. A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros trabalham em conjunto para elucidar o caso, que deixou prejuízos materiais significativos, embora não tenha registrado vítimas.

Impacto ambiental e prejuízos materiais são avaliados

Além dos danos à estrutura do ferro-velho, o incêndio gerou impactos ambientais decorrentes da queima de materiais metálicos e outros resíduos. A fumaça, composta por partículas tóxicas, pode ter afetado a qualidade do ar na região. Autoridades locais monitoram a situação para verificar possíveis contaminações no solo e na água, enquanto proprietários e seguradoras avaliam os prejuízos financeiros decorrentes do sinistro.

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