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Deputado Thiago Rangel é preso em operação no RJ

Redação
6 de maio de 2026 às 05:45
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Deputado Thiago Rangel é preso em operação no RJ

Foto: Thiago Rangel/@thiagorangeloficial/Instagram

O cenário político do Rio de Janeiro foi sacudido na manhã desta quarta-feira (06) com a prisão preventiva do deputado estadual Thiago Rangel. A operação, coordenada pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público, investiga um esquema complexo de corrupção e desvio de verbas públicas em contratos de prestação de serviço.

Operação e Detalhes da Investigação

As investigações apontam que o deputado estaria envolvido em uma rede de influência que manipulava licitações para favorecer empresas parceiras em troca de repasses financeiros ilícitos. Segundo os agentes federais, o volume de recursos movimentados pode ultrapassar a casa dos milhões de reais, afetando diretamente serviços básicos em diversas prefeituras fluminenses.

O Impacto na Assembleia Legislativa

A prisão de um parlamentar em pleno exercício do mandato gera um terremoto na ALERJ. Lideranças partidárias já começam a se movimentar para discutir a possível cassação do mandato ou o afastamento temporário. “É um golpe duro na confiança do eleitorado, mas as instituições precisam funcionar”, declarou um correligionário sob condição de anonimato.

O Que Diz a Defesa

Em nota oficial, os advogados de Thiago Rangel afirmaram que a prisão é “desnecessária e arbitrária”, alegando que o deputado sempre esteve à disposição da justiça para prestar esclarecimentos. A defesa pretende entrar com um pedido de Habeas Corpus ainda nesta tarde, argumentando que não há provas concretas que liguem o parlamentar aos crimes citados.

Próximos Passos

O deputado foi encaminhado para a sede da Polícia Federal onde prestará depoimento oficial. Enquanto isso, buscas e apreensões continuam em endereços ligados ao seu gabinete e residências particulares de assessores. O ClickNews continuará acompanhando cada detalhe desta operação que pode redefinir o tabuleiro político do Rio de Janeiro em 2026.

Informações de bastidores sugerem que a operação pode ter desdobramentos em outros estados, uma vez que algumas das empresas investigadas possuem contratos em escala nacional. A vigilância sobre o uso do dinheiro público torna-se, mais do que nunca, um tema central para o debate eleitoral que se aproxima.

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