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Nota da Associação Empresarial da Região da 44 (AER44)

Região da 44, importante polo de moda do País

A Associação Empresarial da Região da 44 (AER44) informa e esclarece que sempre foi parceira dos órgãos públicos de saúde no cumprimento de todas as medidas sanitárias e restritivas para o combate e controle da pandemia da Covid-19.

Lojistas e empreendimentos não têm medido esforços para manter suas atividades, seguindo todos os protocolos exigidos. Portanto, não é justo e chega a ser até mesmo leviano vincular a Região da 44, de onde mais de 150 mil famílias tiram seu sustento, a um suposto descontrole da pandemia na cidade.

Os números em queda no Brasil e em Goiás, tanto em relação às internações quanto ao número de mortes ocasionadas pela a Covid-19, demonstram que a reabertura do comércio definitivamente não fez parte do problema, mas sim da solução.

Após quatro meses de portas fechadas e outros dois meses funcionando de forma parcial, sem a vinda das caravanas de compras de outros Estados, lojistas e empreendimentos da Região da 44, que segue sendo a maior empregadora de Goiás mesmo num momento de crise econômica aguda como o que vivemos hoje, acumulam prejuízos sem precedentes nos mais de 20 anos de existência deste importante polo de confecção e moda. Já são mais de 20 mil postos de trabalho perdidos, cerca de dois mil pontos de venda fechados, e milhares de trabalhadores autônomos que vivem da região e há muito passam pela privação de necessidades básicas, como alimentação e moradia.

Vale lembrar que, tanto no Brasil quanto em Goiás, as mais variadas atividades econômicas seguem retomando sua normalide. Outros polos de confecção no País estão em pleno funcionamento, inclusive tirando de Goiânia parte dos turistas de compras que antes tinham aqui o seu destino certo, para comprar e com isso gerar empregos, renda e impostos para a cidade é o Estado.

Diante do exposto a AER44, representando o segundo maior polo de confecção e moda do Brasil, título este que pode ser perdido se não entenderemos que economia e cuidados com a saúde podem e devem caminhar juntos, se coloca mais uma vez a disposição das autoridades de saúde para participar ativamente das discussões de medidas que irão assegurar o bem-estar de todos e o bom andamento da economia.

Por fim, se faz urgente destacar que o controle e o combate do atual cenário pandêmico não é responsabilidade só de autoridades públicas e do comércio, mas de todo e qualquer cidadão brasileiro.

 

Da Redação do Click News, com a colaboração de ANDERSON COSTA

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