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Modelo de cooperação intermunicipal sobre aterro de Trindade será apresentado a secretária estadual do Meio Ambiente

Foto: Divulgação

Nesta  terça-feira (15), o Prefeito Marden Júnior e o secretário municipal de Meio Ambiente, Roberto Badur, juntamente com a secretária estadual do Meio Ambiente, Andrea Vulcanis,  irão conhecer às 14h,  o modelo de cooperação entre Trindade, Goianira, Santa Bárbara, Avelinópolis e Campestre de Goiás, envolvendo o Aterro Sanitário trindadense.

A cooperação envolve a destinação dos resíduos sólidos orgânicos da coleta residencial das quatro cidades para o aterro de Trindade, que já está licenciado pela Secretaria estadual do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), onde Andrea Vulcanis é a titular. Além dela, foram convidados os prefeitos das cidades envolvidas.

O secretário observa que a cooperação entre os municípios é um avanço. “É uma solução que pode ser replicada no Estado como alternativa ao problema dos resíduos sólidos de várias cidades”, afiança. O motivo, explica ele, é que os municípios menores não têm solução para a deposição dos seus resíduos, incorrendo em dano e crime ambiental.

Em Trindade existe lei estabelecendo o modelo  de cooperação que permite que as cidades da cooperação enviem seus resíduos para um aterro sanitário controlado, como é o caso da unidade de Trindade, e com isso obtenham preservado o meio ambiente na região.

O aterro sanitário de Trindade envolveu investimento de R$ 2,5 milhões de recursos oriundos da Prefeitura de Trindade e do Governo Federal. O projeto revitalizou a área e transformou o lixão novamente em aterro. Por determinação do prefeito Marden Júnior, a reestruturação fez com que o aterro ganhasse maior longevidade. Ocupando uma área de 45 hectares, o Aterro Sanitário Municipal de Trindade tem capacidade útil estimada em 25 anos se forem aplicadas as técnicas de manejo implícitas no projeto de reestruturação. O depósito é dividido em trincheiras.

A trincheira 1 está com sua capacidade esgotada. A trincheira 2, recém-aberta, vai ser manejada para passar da média de 4 anos de vida útil para a 8 anos. Ela receberá somente lixo doméstico produzido pelos trindadenses.

Foi colocada uma manta de impermeabilização na trincheira 2 e na lagoa 2, com a colocação de sistema de drenagem pluvial, de percolado e gases do aterro sanitário.
A impermeabilização evita a contaminação do ambiente e das águas subterrâneas pelo chorume resultante da decomposição dos resíduos orgânicos. Apenas essa trincheira tem 110 metros de cumprimento por 100 metros de largura (1 hectare). Uma trincheira 3 está sendo escavada e ela será destinada aos chamados materiais inertes, como os entulhos de construção, por exemplo. Para dar ainda mais racionalidade, será implantado um sistema de trituração dos resíduos.

O projeto do aterro envolve também uma usina de reciclagem do lixo coletado (favorecendo catadores), além de trituradores para moagem de material de construção e para moagem de galhos de árvore, todos resíduos reaproveitáveis. Por fim, com foco em captação de créditos de carbono, também terá uma mini-usina fotovoltaica para gerar 5mw utilizando a área da trincheira 1 para abrigar as placas solares.

 

 

Da Redação do Click News
Mariana
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