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Levantamento aponta que Goiânia está acima da média das cidades brasileiras em situação fiscal

Foto: Divulgação

Goiânia é o 6° município mais bem avaliado no ranking geral do IFGF 2021

 

Um levantamento feito pela Federação de Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) aponta que 1 /3 das 5.239 prefeituras analisadas ainda estão em situação crítica. Somente 30,6% dos municípios brasileiros têm boa gestão fiscal e apenas 11,7% do total uma gestão de excelência. A análise é feita através das contas das cidades brasileiras, com base em dados oficiais, através de quatro indicadores: Autonomia, Gastos com Pessoal, Liquidez e Investimentos. A leitura dos resultados é bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor a gestão fiscal do município. Após a análise de cada um deles, cada município é classificado em um dos conceitos do estudo: gestão crítica (resultados inferiores a 0,4 ponto), gestão em dificuldade (resultados entre 0,4 e 0,6 ponto), boa gestão (resultados entre 0,6 e 0,8 ponto) e gestão de excelência (resultados superiores a 0,8 ponto).

Para o presidente em exercício da Firjan, Luiz Césio Caetano, o equilíbrio sustentável das contas públicas municipais é essencial para o bem-estar da população e a melhoria do ambiente de negócios. Por isso, há preocupação em relação às 3.024 cidades brasileiras que apresentam situação fiscal difícil ou crítica.

Nesse estudo, Goiânia alcançou a pontuação de 0,8293, bem acima da média das cidades brasileiras que foi de 0,5456. Entre as 27 capitais brasileiras, Goiânia assume a 6ª posição entre as nove que atingiram o índice de excelência. De acordo com o prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, o equilíbrio financeiro é preocupação de primeira ordem para a gestão municipal. “Sabemos que a maioria dos municípios têm enfrentado grandes dificuldades, principalmente por conta dos efeitos da pandemia da Covid-19. Temos trabalhado dia e noite para atender às necessidades da população com a aplicação dos recursos públicos de maneira inteligente e eficiente”, assegurou.

Para tanto foram analisadas as cidades que declararam suas contas de 2020 de forma consistente até 10 de agosto de 2021, já que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina que até 30 de abril de cada ano as prefeituras devem encaminhar suas declarações referentes ao ano anterior à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

 

 

Da Redação do Click News
Mariana
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