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Governador Pedro Taques reuniu prefeitos e deputados para discutir a crise na saúde pública do Estado

O governador Pedro Taques reuniu prefeitos, deputados e dirigentes da Associação Matogrossense dos Municípios (AMM), no Palácio Paiaguás para discutir a crise na saúde pública do Estado. Ontem (29), o mesmo assunto foi tratado na Assembléia Legislativa, 63 prefeitos e o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Franga, deixaram claro que não concordam em destinar para a saúde, os recursos que recebem do Fethab.
Colocadas as prioridades e opções de destinação do fundo não se chegou a um concenso.  Defini-se então a criação de uma comissão de seis deputados estaduais e seis prefeitos, além da equipe econômica do governo, para buscar a melhor solução.O Fethab nos moldes atuais contempla o Ministério Público, Legislativo, Judiciário e Tribunal de Contas, Governo do Estado e municípios.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (PSB), afirmou que o momento é grave e exige a participação de todos, e que considera possível a utilização do Fethab temporariamente, para financiamento da saúde.

“Ficou definido que não vamos mexer com a questão dos municípios. Vamos direcionar parte dos recursos para a Saúde dos Fethab 1 e 2 (commodities e diesel) dos poderes e do estado, sem mexer com o Fethab dos municípios. Essa proposta ainda será elaborada pela comissão especial”, explicou Botelho, ao descartar a retirada de recursos da Comunicação do governo.
Reforçou a importância do diálogo e que está conversando com os representantes de todos os outros poderes e AMM. “Hoje não houve pressão por parte dos prefeitos. Até mesmo porque essa decisão não estava tomada. O governador pediu para discuti-la. E nós fizemos isso. E, agora, parece que estamos chegando ao consenso”, esclareceu o presidente.
A nova comissão reascende as esperanças para salvar o setor. “Precisamos encontrar uma saída para resolver a questão da saúde porque não podemos mais aceitar pessoas morrendo, hospitais fechados, PSFs sem medicamentos e ambulâncias quebradas. Esse caos que se instalou na área da saúde pública”, disse Neurilan, ao confirmar a participação na comissão especial e afirmar que os prefeitos são parceiros do Governo do Estado.
O líder do governo na AL/MT, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), reforçou a necessidade do empenho de todos para a saúde, que precisa de recursos oriundos dos poderes, emendas de deputados federais, senadores e outras fontes.
 

 
 
Por Fernanda Moraes – da redação 

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