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Goiânia estuda manter comércio aberto após fim do decreto de revezamento

Foto: Reprodução/AER44

O prefeito Rogério Cruz (Republicanos) e o governador Ronaldo Caiado (DEM) conversaram na tarde desta segunda-feira (12), sobre a manutenção da permissão de funcionamento do comércio e, a tendência, segundo a prefeitura, é rever algumas restrições de segurança para os estabelecimentos que, por natureza, podem ocasionar maior aglomeração.

Os comerciantes estão seguindo regras de segurança estabelecidas pela prefeitura, como horários de funcionamento por setor de atuação. O comércio considerado não essencial ficou fechado durante o mês de março e retomou as atividades no dia 31. Desde então, a prefeitura adotou o rodízio de abertura e fechamento de 14 por 14 dias, conforme estabeleceu o decreto do estado, e liberou as atividades não essenciais.

Na sexta-feira (9), o prefeito da capital tinha dito que voltaria a fechar o comércio a partir de quarta-feira, temendo aumento nos casos e internações após o feriado prolongado e dos 14 dias abertos. Porém, nesta segunda-feira, Rogério Cruz destacou que os indicadores da Covid-19 permitem, neste momento, tomar uma decisão equilibrada com os comerciantes.

O secretário municipal de Saúde, Durval Pedroso, apresentou uma queda de 16% para 5,8% nos resultados positivos das testagens ampliadas que vêm sendo realizadas em Goiânia desde que as medidas restritivas foram tomadas. As informações levadas pelo secretário mostram um recuo nas taxas de contaminação, ocupação de leitos e pedidos de vagas de UTI.

O secretário Estadual de Saúde (SES), Ismael Alexandrino, explicou que há uma tendência visível e sustentada de queda dos números da pandemia em Goiás. O governador Ronaldo Caiado alertou na reunião para a necessidade de a população aderir ao combate contra a doença.

Em Goiânia, das 311 vagas de UTI, 83% estão em uso. O índice na enfermaria, que tem 218 leitos, é de 87%. Ao todo, 11.813 pacientes estão internados na capital e, destes, 5.275 estão em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Por Redação do Click News  com G1 GO
Mariana
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