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Bolsonaro afirma que ficou com pecha de genocida por defender a cloroquina

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro  disse nesta terça-feira (8) que ficou com “pecha de genocida” por ter defendido a prescrição da hidroxicloroquina para o tratamento contra o novo coronavírus. A declaração foi feita durante encontro promovido pelo no Palácio do Planalto , com integrantes do movimento Médicos pela Vida, formado por defensores da substância.

“Eu estou com a pecha de genocida por falar da cloroquina e por alguns acharem que eu devia fazer algo mais. Como, se eu fui impedido em muitas coisas pelo STF (Supremo Tribunal Federal)?”, questionou.

O Presidente afirmou ainda que estudos recentes apontam que, caso tivesse sido utilizada desde o início da pandemia, a cloroquina poderia ter reduzido em até 30% o número de óbitos no país. Porém, não citou quais estudos fazia referência.

“Hoje, muitos estudos mostram que a cloroquina pode, sim, evitar que pessoas sejam levadas para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) ou até mesmo sejam intubadas. E, pelo o que tudo indica, alguns estudos também chegaram ao meu conhecimento de que o número de óbitos poderia ser evitado em até 30%. Lógico que os estudos não estão consolidados ainda”, disse.

E ainda estimou que, caso os estudos sejam comprovados, quase 40 mil pessoas não teriam morrido da doença no país. “Quase 40 mil pessoas poderiam ter suas vidas preservadas, mas parece que no Brasil isso foi politizado. Começaram a chamar alguns de remédio do Bolsonaro, mas eu não sou médico. A gente tinha de apresentar uma alternativa“, disse.

O encontro contou com as participações, entre outros médicos, do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), defensor da substância e crítico do isolamento total, e da imunologista Nise Yamaguchi, que já foi cotada para assumir o Ministério da Saúde. Terra também defendeu que a hidroxicloroquina, apesar de ainda estar em teste, apresentou resultados positivos no combate à doença.

“Politizaram a questão. Não foi o presidente quem politizou. O fato de ele ter sugerido foi uma benção, porque deu força a dezenas de médicos”, disse.

Bolsonaro voltou afirmar que ninguém pode ser obrigado a tomar uma vacina contra o coronavírus e ressaltou que ela ainda precisa passar por etapas científicas antes de ser oferecida. “Eu falei outro dia: ‘Ninguém vai ser obrigado a tomar vacina’. O mundo caiu na minha cabeça. A vacina é uma coisa que, no meu entender, você faz a campanha e busca uma solução. Não pode amarrar o cara e dar a vacina nele”, disse.

O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou mais cedo que o país dará início em janeiro à vacinação da população contra o novo coronavírus e que as primeiras doses devem chegar a partir do início do próximo ano e que o plano é já imunizar “todo mundo“. “A gente está fazendo ali os contratos com quem fabrica a vacina e a previsão é de que essa vacina chegue para nós a partir de janeiro. Em janeiro do ano que vem, a gente começa a vacinar todo mundo”, disse.

 

 

Por Redação do Click News

Mariana
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