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Bares e restaurantes de Goiânia suspendem delivery em protesto ao lockdown

Campanha do Governo de Goiás já distribuiu mais de 160 mil máscaras modelo N95, prioritariamente a usuários de transporte coletivo em terminais da Grande Goiânia como o das Bandeiras, Padre Pelágio, Vera Cruz e Praça da Bíblia (Foto: Divulgação)

Empresários protestam e alegam que somente na modalidade delivery as empresas não conseguem arcar com salários, impostos e as contas mensais

 

Em protesto, donos de bares e restaurantes de Goiânia não realizarão entregas nesta terça (9) e quarta-feira (10). A modalidade delivery não estará disponível por meio de aplicativos e motoboys particulares. Os empresários do setor pretendem mostrar que é impossível os estabelecimentos se manterem sem o atendimento presencial.

O presidente do Sindibares Goiânia, Newton Pereira, afirma que proprietários pedem permissão para que clientes realizem a retirada dos pedidos nos comércios. “Pedimos também a liberação para reabertura, pelo menos no almoço seguindo todos os protocolos de segurança”.

Em nota, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e o Sindibares Goiânia falam sobre os prejuízos enfrentados pelos estabelecimentos desde o início da pandemia e que não conseguem mais ficar fechados. Um levantamento feito pela Abrasel e Sindibares com seus associados em Goiânia aponta uma queda no faturamento de 80%. “Mesmo com pedidos por delivery o valor não cobre os custos de salários, impostos, aluguel, água e energia. Mesmo fechados, os empresários têm contas altíssimas para pagar mensalmente.”, diz trecho de nota.

Para o presidente da Abrasel em Goiás, Fernando Machado, a conta não fecha. “Empresários entendem o momento crítico em que vivemos em relação a pandemia, mas o setor está chegando muito perto de um colapso. Se bares e restaurantes continuarem fechados por mais tempo, muitas empresas terão que fechar as portas”, destaca Fernando Machado.

Em nota, o sindicato se manifestou sobre as contas do setor. “Desde o dia 1º deste mês de março, quando os bares e restaurantes tiveram que fechar as portas, cerca de seis mil trabalhadores, que estavam em contrato de experiência, foram demitidos. Com essas novas restrições e sem a possibilidade de reabrir nos próximos dias esse número deve chegar a 14 mil na próxima semana”.

 

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