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Após queda da ponte, moradores improvisam ‘tirolesa’ para atravessar córrego em Goiás

(Foto: Divulgação)

Passagem tem cerca de 5 metros de altura e distância de um lado a outro é de 15 metros, segundo administração

 

Após ponte cair, moradores de Diorama, no oeste de Goiás, se arriscam em uma espécie de “tirolesa” para cruzar o Córrego das Vacas. Diversos vídeos feitos pela população da cidade mostram motociclista e criança sendo transportados de um lado a outro pelo sistema de cabos de aço improvisado, já que a ponte foi destruída pela chuva.

A prefeitura da cidade informou que a distância de um lado a outro tem 15 metros e que a altura da ponte era de cerca de 5 metros. A administração informou que vai fazer uma licitação para construir uma nova ponte, mas que as obras só poderão começar em abril.

Uma das gravações mostra um motociclista sobre a moto sendo transportado de um lado para o outro do córrego. O sistema improvisado pela população parece usar roldanas e cabos de aço para sustentar o peso dos “passageiros”.

Outro vídeo mostra uma criança com a mochilinha sendo transportada em uma cadeirinha de madeira. Segundo uma moradora, que preferiu não ter a identidade divulgada, a menina tem 4 anos e precisou fazer a passagem para ir à escola.

Também de acordo com a moradora, a ponte ligava uma parte da zona rural da cidade à área urbana. Um caminho alternativo pode ser feito de carro por estrada de terra, mas aumenta em até 20 km a viagem.

Motociclista é passado em tirolesa improvisada por falta de ponte — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Comunicado da Prefeitura de Diorama

A ponte do Córrego das Vacas é de fato uma das mais importantes para o município. Ela possui 15 metros de comprimento e aproximadamente 5 metros de altura. Após fortes chuvas, a mesma sofreu danos estruturais.

O projeto de engenharia da nova ponte já foi realizado e está orçado em R$ 480 mil, sendo R$ 300 mil de emendas parlamentares já em conta e R$ 180 mil com recurso próprio. A nova ponte em concreto armado será licitada ainda em fevereiro, entretanto a mesma só poderá ser executada em abril, após o período chuvoso.

Como medida mitigadora, a administração pretende fazer um desvio em uma distância mais próxima. Entretanto, também dependemos de uma estiagem, uma vez que o nível do córrego está alto. A administração solicita a compreensão da população. Estamos empenhados em resolver a situação o mais breve possível.

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