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Aparecida de Goiânia reforça combate ao Aedes aegypti no setor Colina Azul

Foto: Claudivino Antunes

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Aparecida de Goiânia, está com uma força-tarefa para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, no setor Colina do Azul, o segundo bairro com maior notificação de dengue da cidade. Ao todo, são 60 profissionais da SMS que estão visitando domicílios e orientando os moradores sobre ações preventivas que impendem a proliferação do Aedes aegypti. A ação vai até a próxima quinta-feira (30).

De acordo com dados da SMS, Aparecida acumula 7.954 casos de dengue em 2021. O Colina Azul é o segundo bairro com mais casos notificados, totalizando 405. O primeiro é o Jardim Tiradentes com 426. Três óbitos estão em investigação na cidade para diagnóstico de dengue.

Nos locais com registro de focos, as equipes realizam o uso de pulverizastes em UBV – Ultra Baixo Volume com objetivo de encerar a cadeia reprodutiva do mosquito. Além disso a  SMS também realiza a coleta de pneus e outros recipientes que acumulam água. A expectativa é que 5. 300 imóveis sejam vistoriados até a próxima quinta-feira,30.

“O Colina Azul é o segundo bairro que mais notifica casos de dengue em Aparecida de Goiânia; estamos intensificando as ações para cortarmos a cadeira de transmissão. Nosso trabalho consiste nas visitas domiciliares e também no diálogo com a população”, destaca o coordenador de Vigilância em Saúde Ambiental da SMS, Iron Pereira.

Dona Ana Maria Magalhães Bispo, que mora na Rua Teteu, parou o trabalho doméstico durante alguns minutos para atender uma das equipes da SMS que vistoriou sua residência nesta quinta-feira. “A visita dos agentes de saúde é muito importante, pois as pessoas ficam mais alertas e mais atentas com o quanto é perigoso a gente ser afetado por esse mosquito. Quanto eu cuidado do meu quintal e o vizinho cuida, ótimo. E quando o outro não cuida? Essas visitas alertam os moradores”, disse.

Mesmo tomando todos os cuidados preventivos, a família de Dona Ana Maria sofreu recentemente. O neto, de 19 anos, que segundo ela fica pouco tempo em casa devido ao trabalho não escapou da picada do Aedes.  “Meu neto ficou dez dias acamados com dengue: ficou muito mal. Ele ficou tão mal que precisou ser internado, ele estava muito fraquinho. Tem só uma semana que ele se recuperou”, recorda.

Na casa da aposentada Maria Pereira dos Santos, os agentes da SMS encontram criadouros já com a presença de larvas. A moradora foi orientada e disse ficará mais vigilante. “Agora, vou ter mais cuidado com as coisas de água aí”.

 

 

Da Redação do Click News
Mariana
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