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Anvisa autoriza uso emergencial da vacina da Janssen contra Covid-19

Brasil terá de 10 a 14 dias para receber, distribuir e aplicar todas as doses (Foto: Divulgação)

Segundo a Anvisa, a vacina da Janssen apresenta resposta significativa após 14 dias de aplicação da dose. A eficácia global do imunizante é de 66,9%. Nenhuma reação adversa grave foi identificada pela agência

 

O uso emergencial da vacina da Janssen contra a covid-19 no Brasil foi aprovado, nesta quarta-feira (31) pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Em votação que analisou o parecer técnico feito pela agência, a maioria dos diretores seguiu o voto da relatora e diretora Meiruse Sousa. O imunizante, fabricado pela americana a fabricada pela Johnson & Johnson, é o quinto aprovado pela Anvisa contra a doença provocada pelo novo coronavírus.

Todos os cinco membros da Diretoria Colegiada, incluindo o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, se manifestaram a favor do uso temporário do imunizante, garantindo a liberação do uso emergencial. Eram necessários, ao menos, três votos favoráveis para aprovar o pedido.

A Janssen havia solicitado o uso emergencial de seu imunizante contra a Covid-19 no Brasil na quarta-feira (24). Com a decisão da agência, a vacina pode agora ser aplicada na população brasileira.

A entrega de 38 milhões de doses do imunizante, que faz parte do Plano Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, deve começar em julho – até setembro, devem ser entregues 16,9 milhões de doses; depois, de outubro a dezembro, são esperadas mais 21,1 milhões de doses.

A diretora da Anvisa Meiruze Souza Freitas, relatora do pedido, foi a primeira a se manifestar depois da área técnica da agência. Ela endossou os pareceres anteriores e deu voto favorável à aprovação do uso emergencial temporário do imunizante.

Freitas ressaltou que a vacina da Janssen já foi aprovada para uso emergencial pela FDA, dos Estados Unidos, pela agência canadense de medicamentos, pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Dada a atual situação de emergência, considera-se que as incertezas podem ser resolvidas por meio de obrigações específicas, incluindo a continuação do estudo clínico principal pelo maior tempo possível, estudo de eficácia após aprovação e vigilância de rotina de segurança”, afirmou a diretora.

 

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