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Alego faz balanço de representação feminina no parlamento goiano

Foto: Divulgação

O Dia Internacional da Mulher é marcado historicamente por lutas e representatividade.  Por isso, é importante relembrar que na política muito já foi conquistado, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido, em termos de representatividade, na busca de um cenário mais equilibrado.

No parlamento goiano,  41 cadeiras são ocupadas por mulheres. Na alego, uma é a deputada tucana, Lêda Borges,  outra, Delegada Adriana Accorsi, que é petista, formam a atual bancada feminina.

Embora minoria, as parlamentares goianas têm presença marcante na dinâmica nesta Casa de Leis. De espectros políticos diferentes, ambas as deputadas dividem, nesta Legislatura, não apenas espaço na bancada de oposição ao Governo de Ronaldo Caiado (União Brasil), mas também na luta pela emancipação feminina e para garantir uma maior representatividade delas na política, e em especial, no Legislativo de Goiás. Uma bandeira que deve aquecer os debates do período eleitoral que se aproxima.

Ao longo do pleito, as mulheres vêm tentando aumentar o percentual de representatividade no Parlamento goiano. Porém, na última disputa, essa participação foi reduzida pela metade, caindo de quatro para duas deputadas eleitas. A luta do segmento feminino é garantir, no processo eleitoral, a participação de 20% de mulheres nas candidaturas aos vários cargos eletivos.

Mulheres seguem sendo igualmente minoria nas instâncias de poder municipais em Goiás. Nas últimas eleições de 2020, elas conquistaram a prefeitura em 33 cidades goianas. O número representa 14,2% dos 246 municípios do estado. Nas câmaras de vereadores, elas ocupam, em média, 15% do total de cadeiras existentes.

Seguindo isso, o Legislativo goiano vem se esforçando para reparar essas disparidades. A Casa aguarda a aprovação de um projeto de resolução para alteração de seu Regimento Interno, a fim de criar a Procuradoria Especial da Mulher na Alego. A matéria, de autoria das deputadas Lêda e Adriana, está em tramitação desde fevereiro de 2019 e aguarda apreciação em primeiro turno de votações plenárias.

Além de “garantir maior representatividade, visibilidade e destaque às mulheres na política”, o projeto das deputadas também reforça o combate à violência e à discriminação contra a população feminina no estado. Juntas, as parlamentares defendem que a Procuradoria Especial da Mulher possa primar, ainda, pela qualificação dos debates de gênero na Casa, assim como receber e encaminhar aos órgãos competentes denúncias e demandas desse segmento populacional.

 

 

Da Redação do Click News
Mariana
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