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A MELHOR DEFESA É O ATAQUE

O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

Por Jeverson Missias de Oliveira *

 

Esse jargão é largamente utilizado e conhecido nos meios esportivos. Foi com essa tática que o brasil ganhou algumas de suas copas do mundo.

Jair Bolsonaro, torcedor declarado do Fluminense Futebol Clube, sempre que acuado, utiliza desse artifício. Nos seus ataques, metaforicamente, é comum o presidente usar termos chulos para expressar algum descontentamento.

E a imprensa que tem o dever de informar tem sido sempre a válvula de escape em seus momentos de ira.

Seus impulsos são mesmo sazonais. A cada uma das crises que seu governo enfrenta ele coloca sua tropa em campo. Foi assim com o caso das “rachadinhas”.

Se quiser chama-lo para uma briga é só citar o nome de Queiroz.

Ultimamente tem adotado o confronto com governadores e prefeitos para tentar se eximir de responsabilidades pelo agravamento da crise sanitária no país.

Agora, recentemente, véspera da instalação da CPI da covid, os nervos de Jair estão à flor da pele. Adotou tom de ameaça contra governadores que determinaram medidas para conter a propagação da doença.

Em evento na Bahia, o presidente afirmou nesta segunda-feira, 26, que “está chegando a hora de o brasil dar um novo grito de independência”.

Vira e mexe, Bolsonaro ameaça colocar o “seu” exército nas ruas para garantir o direito de ir e vir do cidadão brasileiro. É sua válvula de escape para mascarar a incompetência em gerenciar a crise.

Mais comedido, seu vice, general Hamilton Mourão tenta minimizar e atribui as falas de Bolsonaro sobre uso das forças armadas à possíveis distúrbios sociais causados pelas restrições de circulação. Mas, deixa claro que acredita que isso não vai acontecer.

Bolsonaro sempre foi contrário às medidas de restrições adotadas para combater a crise sanitária, dentre estas o isolamento social, o uso de máscaras e até mesmo a aplicação de vacinas.

Destaque-se que desde o início minimizou a gravidade da doença, demorou a fechar acordos para a compra de vacinas e defendeu medicamentos sem eficácia comprovada.

Sendo estes, dentre outros, os motivos para hoje 27 de abril se instalar no senado da república a CPI da covid, e a tendência é no desenrolar dos trabalhos desta comissão parlamentar de inquérito, vermos ainda diversas outras manifestações e desagravos de Bolsonaro contra a imprensa e seus pseudos adversários para a eleição de 2022.

O que o Brasil espera não é isso. Todos esperamos e precisamos é de que mais vacinas sejam adquiridas e aplicadas rapidamente, para evitar que a teoria de Thomas Malthus, que tanto falo, se instale por aqui.

Isso é o mínimo que Jair Bolsonaro, como presidente da república, tem como dever.

* Jeverson Missias de Oliveira é Economista, Especialista em Ciências Políticas e Administração Pública, Bacharel em Direito, Radialista e Jornalista. É editor deste portal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VEJA VIDEO NO YOUTUBE COM ESSE CONTEÚDO:

https://www.youtube.com/watch?v=HWm4orWkONE

 

 

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